Terça-feira, 15 de Junho de 2010

TENHO UM FEELING QUE NÃO FOI POR ACASO

Declaração de interesses:

1 - Queremos que Portugal vença o jogo de hoje contra a Costa do Marfim, e todos os jogos do Campeonato do Mundo, até chegar à final.

2 - Não nos revemos em Carlos Queiroz, como Seleccionador Nacional.

 

   Posto isto vamos à razão do nosso escrito de hoje. Sempre desconfiamos da escolha da canção "I've gotta feeling" dos Black Eyed Peas para hino da Selecção Nacional. Desde o primeiro momento que as campainhas de alarme soaram. Bem sabemos que vivemos a época da globalização. Que nos devemos dar, cada vez mais, a conhecer ao mundo. Que o nosso Seleccionador é um homem desse mesmo Mundo. Mas daí a escolher uma canção americana para hino da Selecção era demais.

 

   No entanto com a recente participação do Selecionador Nacional nas campanhas publicitárias do BES as "pontas"  começaram a unir-se.

 

   E ficamos com o feeling de que a canção não foi escolhida ao acaso.

 

   O que não é bonito. Por muito proveitoso que seja para o BES e para Carlos Queiroz.

 

Estado de Alma: Com feeling
Livro: Vidas de Professores
publicado por Lanzas às 10:00

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Segunda-feira, 14 de Junho de 2010

FORMALMENTE INFORMAL

   Estamos no final de mais uma Telenovela da política portuguesa. A comissão de inquérito ao negócio PT/TVI apresentou o Relatório Preliminar das  Conclusões que vai ser oportunamente votado, as quais são em resumo as seguintes:

1 - Formalmente - Não conseguiu provar que o PM mentiu.

2 - Informalmente - O PM não disse tudo o que sabia, pois informalmente sabia do negócio.

 

   Estranho? Nem por isso. Apenas mais um informal caso da formal política portuguesa.

 

   Quando uma afirmação absolutamente informal dita à saída de um formal debate parlamentar se transforma num formal dogma do Governo, e tem ajudado arrasar a informal credibilidade de quem nos governa, estamos conversados.

 

   Qualquer outra pessoa teria corrigido o tiro e dito, em tempo, que conhecia informalmente o assunto, e que formalmente não tinha dado quaisquer instruções para a efectivação do negócio.

 

   Nessas circunstâncias, com maior ou menor agitação, o assunto teria entrado de forma informal em coma e, formalmente, morrido de morte natural.

 

   Porém admitir que não se dissera o que se devia ter dito seria uma calamidade. Daí ter que se aguentar firme contra ventos e marés, arregimentando quem fosse preciso e obrigando um punhado de Deputados e outras figuras públicas a fazerem figuras tristes. E tudo isto por uma causa verdadeiramente menor: A de que não se conhecia aquilo que era impossível não conhecer.

 

   Existe, porém, no seio dos Povos aquilo a que se chama "senso comum". E assim, mesmo que todas as Comissões deste Mundo dissessem nas suas conclusões que "não sabia", para a popularis vox o veredicto é implacável:  "SABIA".

 

   Por uma razão simples é que não podia deixar de saber. E por manifesta inabilidade política vai ficar colado a mais uma caso. A juntar a outros casos, casas e acasos, que inevitavelmente terminarão em OCASO.

 

   Que já se desenha.  

Estado de Alma: Informal
Livro: O Outono do Patriarca
publicado por Lanzas às 08:30

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Domingo, 13 de Junho de 2010

BOM DIA SANTO ANTÓNIO

 

   Santo António nasceu em Lisboa, existindo dúvidas quanto ao ano. 1191 ou 1195 são as datas apontadas. Morre no dia 13 de Junho de 1231, nas vizinhanças de Pádua. Por isso, é chamado Santo António de Lisboa e Santo António de Pádua, proclamado pelo Papa Leão XIII, e um dos santos mais populares da Igreja.

 

    Em Maio de 1221 participou, em Assis, no Capítulo das Esteiras, uma famosa reunião de cinco mil frades, onde conheceu o fundador da Ordem, São Francisco de Assis. Terminado o Capítulo, retira-se para o eremitério de Monte Paolo, junto dos Apeninos, para trabalhar e estudar. 

 

   Em 1228 participou, igualmente em Assis, no Capítulo Geral da Ordem, que o envia a Roma para tratar com o Papa de algumas questões pendentes. Prega diante dos Cardeais e do Papa Gregório IX que admirado com os seus conhecimentos das Escrituras o apelida de "Arca do Testamento". 

 

 

     Em 1229 começa a redigir os "Sermões", e em 1231 prega em Pádua a conhecida Quaresma o que faz que a sua popularidade não tenha limites. Porém na tarde de 13 de Junho, Frei António morre às portas da cidade de Pádua. As suas últimas palavras são: "Estou vendo o meu Senhor ". 

 

    A repercussão da sua morte e os milagres atribuídos eram de tal monta que em 1232, apenas onze meses após sua morte, foi canonizado pelo Papa Gregório IX. 

 

  Os seus restos mortais encontram-se depositados na Basílica de Santo António, em Pádua.

 

   Em 1934 Santo António foi declarado Padroeiro de Portugal, e em 1946,  o Papa  Pio XII proclamou-o “Doutor da Igreja”.

 

(Na Foto Escultura em madeira de João Lima)

 

Estado de Alma: Padroeiro
Livro: Vida de Francisco de Assis
publicado por Lanzas às 09:20

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Quarta-feira, 2 de Junho de 2010

FOI DIFICIL ... MAS CONSEGUIMOS

Gastar (tão mal gasto) aquilo que tivemos  ao nosso dispor, o que não quer dizer que fosse nosso. Para isso é que existe a Dividazinha.

 

Tivemos de trabalhar duro. Atribuir subsídios, disto, daquilo e sabe-se lá do que mais; construir auto-estradas "do lá vem um" cujo único sentido foi caçar mais uns votozitosadjudicar estudos, consultadorias e outras malfeitorias; prorrogar concessões que os amigos são para as ocasiões, e não só, só que vocês não sabem, não foi tarefa fácil. E eu desta vez sei do que falo.

  

Mas chegamos ao fim.

 

Não estivemos sós. Há mais como nós. Por isso nos vimos gregos para deixar Portugal neste estado. (Há quem lhe chame comatoso, de pantanas, de pernas para o ar, falido e outros mimos semelhantes):

 

Mas os objectivos foram atingidos. Nunca se pagaram tantos impostos como agora. Nunca houve tanto Desemprego como agora. Nunca a Dívida Pública atingiu os níveis de agora.

 

Por isso partimos com orgulho do dever cumprido. Com verdadeiro sentido de Estado.

 

 Aquela coisa de criar postos de trabalho e não aumentar os impostos era a brincar. Não tenho a culpa que não tenham sentido de humor, seus palermas.

 

PS. Finalmente vou poder estudar, aprender a desenhar casas, e agora que fui corrido: correr, correr, correr (antes que me apanhem).

 

(Minuta do discurso de despedida do dito)

Estado de Alma: A correr daqui para fora
Livro: A Que dum Anjo
publicado por Lanzas às 08:26

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Terça-feira, 1 de Junho de 2010

DIA MUNDIAL DA CRIANÇA

                    (PARA QUE NUNCA MAIS SEJA POSSIVEL)

 

 

Estado de Alma: Encurralado
Livro: Pássaros Feridos
tags: ,
publicado por Lanzas às 08:41

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