Sexta-feira, 29 de Abril de 2011

RESPOSTA AO POST ...

   ... CONTABILISTAS GRAÇAS A DEUS

 

   É com agrado que publicamos  a explicação, de Nicolau Santos, Subdirector do Jornal Expresso ao nosso Post com o título acima, ontem publicado.

   A mesma chegou-nos através da resposta ao email que lhe havíamos enviado com o Post referido.

   Obrigado pela singeleza da resposta, e desculpas aceites.

 

      Assunto:

RE: CONTABILISTAS GRAÇAS A DEUS

De:

Nicolau Santos <NSantos@expresso.impresa.pt>

Data:

Fri, 29 Apr 2011 09:23:55 +0000 [10:23:55 WEST]

Para:

Lanzasblogue@sapo.pt Lanzasblogue@sapo.pt

 

Exmo. Senhor

Tem V.Exa. toda a razão. Nem eu me tinha apercebido de que insistia nestas comparações desprimorosas para os contabilistas.
Por acaso, no último artigo, tinha uma frase (sem desprimor para os contabilistas), que acabou por cair por falta de espaço.
Mas penitencio-me e peço desculpas a todos os contabilistas e à sua Ordem.
E só encontro explicações para tal insistência no facto de ter ficado traumatizado na faculdade com as cadeiras de Propedêutica Comercial I e II.
Renovo as minhas desculpas e apresento os melhores cumprimentos.

Nicolau Santos

 

{#emotions_dlg.chat}Post 309

Estado de Alma:
publicado por Lanzas às 12:50

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Quinta-feira, 28 de Abril de 2011

CONTABILISTAS GRAÇAS A DEUS

   O Subdirector do Jornal Expresso Nicolau dos Santos, que assina igualmente a Página de Economia "Cem por Cento" é useiro e vezeiro na forma  desprimorosa como se refere aos Contabilistas, como se estes fossem gente de Segunda (ou mesmo de Terceira) os quais quando, por obra do espírito santo, atingem algum lugar de destaque nas hierarquias são a causa de todas as asneiras praticadas e de todos os males acontecidos no mundo.

   Ora a classe dos Contabilistas que se encontra agrupada na respectiva Ordem, para aceder à qual tem de percorrer um árduo caminho, e que para lá se manter está sujeita a um apertado Regulamento de Controlo e Qualidade, com uma  Formação contínua exigente, sem paralelo nas outras Ordens, obviamente não se pode rever nesta forma desagradavel (isto para ser simpático) como um jornalista por muito conceituado que seja se expressa num jornal de referência e de maior circulação em Portugal.

   Eis alguns exemplos concretos: No Jornal Expresso de 12 de Junho de 2010  o Jornalista Nicolau Santos num artigo intitulado "A estúpida decisão da Europa", escreve a  dado passo: " Ora a sr. Merkel já demonstrou que é sobretudo uma contabilista - e uma má contabilista. Adiou até ao limite a aprovação de um pacote europeu de ajuda à Grécia para ganhar as eleições na Renânia-Vestfália - e perdeu-as. Agora, resolve cortar drasticamente no orçamento alemão, quando o seu país não está sob ataque dos mercados ...". 

   O que faz pois  Nicolau dos Santos? Associa uma decisão estúpida da Europa (na sua respeitavel opinião)  a uma contabilista, embora condescendendo que se trata de uma má contabilista. Do mal o menos.

   No Expresso de 16 de Abril do corrente ano é um pouco mais brando limitando-se a sugerir que se deve "mostrar aos contabilistas (só a estes) que nos enviaram que aqui (em Portugal) há bastante mais vida do que défices e dívidas descontroladas, enquanto no mesmo Jornal agora de 22 de Abril, esclarece-nos da sua cátedra que "A Europa não aprende (porque) os contabilistas que governam a Europa caracterizam-se por colocar os seus interesses à frente da construção europeia". Estamos portanto a falar de gente interesseira, os contabilistas, porque todos os outros estão imunes a esses desvios de formação e de carácter.

   Parece pois que esta fixação de Nicolau dos Santos na forma como se refere aos Contabilistas, pessoas competentes, dignas e respeitáveis com as excepções naturais que existem em todas as profissões, nomeadamente na classe dos Jornalistas e dos Economistas, revela uma certa dose de paranóia. 

   Como aparte final convém lembrar que os Contabilistas sob a égide da sua Ordem são fundamentais para fazerem frente a uma constante avalanche de exigências que são colocadas  pela Administração Fiscal a todos os  contribuintes, de forma a que estes possam cumprir com regularidade e transparência as suas obrigações fiscais.

   Não só por isso, mas também por isso, mereciam mais respeito.

 

{#emotions_dlg.chat}Post 308 

Estado de Alma: A Fazer contas
Livro: O Revisor
publicado por Lanzas às 15:25

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Quarta-feira, 27 de Abril de 2011

LE POISSON D' AVRIL (E A CÂMARA MUNICIPAL DE MATOSINHOS)

   Segundo relato do Jornal O Público, o executivo da Câmara de Matosinhos aprovou ontem, em reunião privada, a compra dos estádios do Leça e do Leixões, dois clubes de futebol profissional do concelho em sérias dificuldades económicas, tal como a Câmara, por cerca de 6,3 milhões de euros,

 A Câmara de Matosinhos, cujo passivo no final do ano passado ascendia a 184,3 milhões de euros, irá comprar o estádio do Leça por 1.380.000 euros, em 60 prestações mensais (cinco anos) até ao montante máximo de 27.500 euros cada, enquanto o estádio do Mar será pago ao Leixões e custará à Câmara 4.980.000 euros, sendo que quando da outorga da escritura pública, o clube receberá 750 mil euros mais 30 mil euros respitantes às acções que o município possui na SAD leixonense, Sociedade esta que a autarquia abandona, e a que se seguem 120 prestações (10 anos) de 35 mil euros.

  Na mesma reunião privada do executivo foram  aprovadas as contas municipais de 2010. O documento comprova que o passivo da autarquia, sobretudo devido à dívida de curto prazo aumentou 9,7 milhões de euros face a 2009. 

   Detalhes.

   Só pode pois ser uma mentira do primeiro de Abril, publicada com atraso, para o pessoal rir, ou então trata-se de uma manobra de dibersão para testar os nervos de aço dos homens do FMI.

   Digo eu que sou alentejano e não sei nada de contas.

   Também há quem fale de promiscuidade entre o Futebol e o Poder Político. Más línguas por certo.

 

{#emotions_dlg.chat}Post 307  

Estado de Alma: A rir às gargalhadas
Livro: As Histórias Daqui e Dali
publicado por Lanzas às 16:20

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Terça-feira, 26 de Abril de 2011

PORTUGUÊS REDONDO IGUAL A FOLEIRO

   Já depois de publicado o Post que intitulamos "As Foleirices de José Lello", este em declarações aos jornalistas à margem da entrega das listas do PS pelo círculo do Porto afirmou que a mensagem no Facebook na qual apelidou o Presidente da República de "foleiro" foi "involuntária", adiantando que estava a trocar mensagens privadas naquela rede social através do seu telemóvel e que a mesma "transitou para o sector público", o que, reconheceu, foi "desagradável", e adiantou com ligeireza e um sorriso ... nos lábios que se "eu dissesse em politiquês o que pensava nessa altura teria dito que o senhor Presidente da República não tinha sido suficientemente abrangente para incluir os partidos políticos e os demais parlamentares naquela que era a festa do 25 de Abril", reconhecendo que escreveu em "português redondo".

  Porque estamos numa fase de contenção verbal, diremos apenas que José Lello, quis fazer dos portugueses "quadrados".

  Dado que não se ficaram a dever a nenhuma "arreliadora deficiência tecnológica" estas afirmações são  desajustadas, no mínimo, por causa da tal contenção verbal, pois os Partidos políticos foram convidados e estiveram representados, assim como a Assembleia da Republica, esta na pessoa do seu Presidente.

   Provavelmente José Lello, achar-se-ia com direito a convite particular.

   É tudo uma questão de umbigo.

 

{#emotions_dlg.chat}Post 306

Estado de Alma:
publicado por Lanzas às 22:10

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AS FOLEIRICES DE JOSÉ LELLO

   No Post que ontem publicamos sobre a data histórica que se comemorava, perguntava-se a determinada altura se o 25 de Abril mereceu a pena. E acrescentamos:  A resposta é inequívoca -  Claro que sim. E entre outras razões invocamos: Ninguém está preso por manifestar a sua discordância em relação aos poderes instalados.

   Claro que era suposto não serem as liberdades de expressão escrita, falada, de associação, etc., que nos foram devolvidas com o 25 de Abril  utilizadas da forma grotesca como fez ontem José Lello, deputado socialista, que na sua página no Facebook afirmou: "Este Presidente é mesmo foleiro, nem sequer convidou os deputados para a cerimónia do 25 de Abril", pouco depois do Presidente da República ter pedido aos agentes políticos uma campanha eleitoral "sem subterfúgios e crispações artificiais, sem querelas inúteis".Obviamente temos o direito de não concordar com as posições assumidas pelo Presidente da Republica, ou mesmo não gostar do personagem, mas daí a chamar "foleiro"à figura de topo do nosso edifico politico-constitucional vai uma diferença do tamanho do mundo.

   E José Lello não é um vulgar militante socialista, metido em camionetas, com direito a uma "sandocha" e um sumo, para de bandeirinha na mão ir apoiar o Grande Líder ao Congresso, e ter direito a vinte segundos de fama na televisão a dizer baboseiras ( "pecado" aliás comum a todos os partidos).

   Era o presidente do Conselho de Administração da Assembleia da Republica, foi  Ministro da Juventude e do Desporto no XIV Governo Constitucional, e Presidente da Assembleia Parlamentar da NATO, desde 2007, entre outros lugares de destaque.

   É portanto um político com responsabilidades, mas que gosta de utilizar de vez em quando uma linguagem algo desbragada tal como "Aquilo não é a aldeia dos macacos.", referindo-se à Assembleia da Republica, que se revê numa esquerda socialista trauliteira que tem em Santos Silva o expoente máximo, na sua vontade insana de "malhar na direita".

   Voltando à questão central deste texto, José Lello enquanto deputado considera "foleiro" não ter sido convidado para a festa do vizinho, leia-se Presidente da Republica, mas ao fim de 37 anos de festas no seu Quintal não quis lá festança este ano para não se comprometer, e pela primeira vez na história da democracia não houve qualquer cerimónia no dia 25 de Abril no Parlamento, por opção dos próprios partidos políticos.

   Realmente há muita gente em Portugal a olhar apenas para o seu umbigo.
   Já estou como diz um amigo meu: "Se ao menos fechassem a matraca".

 

{#emotions_dlg.chat}Post 305

 

 

Estado de Alma: A ver passar os malhadores
Livro: Em Busca do Tempor Perdido
publicado por Lanzas às 14:37

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Segunda-feira, 25 de Abril de 2011

E DEPOIS DO ADEUS

   E depois do adeus  a uma ditadura de 40 anos que conseguiu manter o País com a cabeça fora de água, mas não soube encontrar a motivação necessária para evoluir, para se reformar progressivamente, dando espaço e voz a novas correntes de opinião que iam surgindo,  fechando-se sobre si própria e considerando  inimigos públicos todos os que não partilhavam a opinião oficial chegamos, 37 anos depois, a uma situação em que a diferença substancial, mas importante, é que agora podemos falar, podemos divergir, e se quisermos até pudemos mudar. Democraticamente.

   Quanto ao resto a situação não é muito diferente. Vive-se hoje globalmente melhor do que em 1974. Temos mais, não quer dizer melhor, educação; temos, apesar de tudo, mais e melhores serviços de saude, mais e melhores estradas, mas à custa de quê?

   De um endividamento estúpido, que consumirá a energia e os meios de gerações futuras.

   Deixamos de produzir (e pescar) aquilo que contribuía para a nossa subsistência em troca daquilo que nos conduziu à ruína. O Betão, construído sem uma visão estratégica de desenvolvimento, apenas e só para ajudar a ganhar eleições.

   E tal como então a obstinação de um homem só faz frente a uma sociedade que não é capaz de dizer em voz alta aquilo que sussurra, e que ainda não tem a coragem de dizer o que todos já vêm: Que o "Rei" vai nu. Mas tal como então já são muitas as vozes sensatas que sugerem que é melhor o entendimento alargado ao poder estreito de quem quer governar sozinho, simplesmente porque não tem condições psicológicas nem cultura democrática, para estabelecer pontes e governar em convergência.

   Ganhar é sempre mais difícil que perder. Perdendo a personagem vitimiza-se. Aponta o dedo acusador a meia dúzia de inimigos reais ou imaginários. Faz  um discurso de despedida e vai-se embora.

   Ganhando fica. Todos os dias. E aí vêem à tona todas as cumplicidades, todas as fraquezas e limitações. É (devia ser) preciso saber respeitar então quem perdeu, e saber ouvir as suas propostas. É (devia ser) preciso que quem ganha se recordasse todos os dias que mais de 50% dos eleitores não tem a sua opinião. E que os outros, sobretudo aqueles que financiam os nossos disparates, não são parvos.

   Podem ser exploradores e oportunistas; podem ser tudo aquilo que quisermos, mas fomos nós que nos pusemos a jeito para ser explorados.

   A pergunta que se coloca hoje é: Mereceu a pena o 25 de Abril ?

   A resposta é inequívoca: Claro que sim. Existem povos que por esse facto se libertaram e seguem, livres, o seu caminho. Ninguém está preso por manifestar a sua discordância em relação aos poderes instalados. Uma preciosidade que quem não viveu em Ditadura não está em condições de apreciar.

   Até por não ter sido feita ao longo destes 37 anos de Democracia uma verdadeira pedagogia sobre o que foi a Ditadura,  aqui fica um aviso de quem sentiu por perto o "bafo" de uma Entidade sinistra que quando existe é a vergonha de um País e em Portugal não tinha rosto, mas tinha nome, A PIDE: É sempre preferível uma má Democracia a uma "óptima" Ditadura.

  Também por isso mesmo os portugueses têm de se saber unir nesta fase difícil das suas vidas, e interiorizar que apesar de não ser boa esta Democracia em que vivemos, tem uma grande vantagem: Pode ser vivida em LIBERDADE.

 

{#emotions_dlg.chat}Post 304

Estado de Alma: A fazer um brinde
Livro: Portugal Depois de Abril
publicado por Lanzas às 13:40

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25 DE ABRIL - 1974/2011

 

{#emotions_dlg.chat}Post 303  (Os Manos XXIX)

Estado de Alma: De Flor ao peito
Livro: O Valente Soldado Chvéïk
publicado por Lanzas às 09:47

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Domingo, 24 de Abril de 2011

FUTRE, O CHINÊS E O SPORTING

   Acompanhamos à distância Paulo Futre desde os seus primórdios quando ainda "puto" demonstrava a sua habilidade inata para a prática do desporto onde se veio a notabilizar, nos torneios de Futebol de Cinco realizados no ringue do Clube de Campismo do Concelho de Almada.

   Recordamos com carinho o saudoso companheiro Orlando (é só até à vista, irmão) que quando arbitrava os jogos onde o irreverente Paulo Futre participava, invariavelmente o punha na rua por períodos de 2 e 5 minutos sucessivos. "O puto tem que aprender", dizia pedagógico para a assistência que protestava, pois o que a "malta" queria era ver as habilidades daquele a quem todos auguravam já um trajecto de sucesso.

   Vêm à memória as almoçaradas com João Paulo, o Pai, na roulotte do Julio com outros companheiros. As partidas de cartas à Sueca ou ao King que fizeram história, e são a base de histórias que ainda hoje se contam

   Recordamos, igualmente, a sua partida para o primeiro treino do Sporting, perante a tristeza daqueles que queriam que primeiro fosse treinar aos vizinhos da 2ª. Circular.

   O resto é a história conhecida que portanto não necessita ser contada, e se vou buscar estas memórias à arca do tempo é por causa do episódio do Chinês que Paulo Futre protagonizou quando das recentes eleições presidenciais no Sporting.

   Poderia ser um episódio engraçado, e até demonstrar a irreverência e a capacidade inata dos latinos, e dos portugueses em particular, para o desenrascanço, mas daí a ser utilizada como um "golpe de génio" vai uma distância do tamanho do mundo que o Sporting não merecia.

   É  verdadeiramente "Um esboço da alma `Tuga´" , a qual foi tão bem retratada por Fernando Madrinha num artigo publicado no Expresso de Junho de 2002, justamente com este título, e do qual respigamos apenas esta passagem: " ... É aí que mais facilmente encontramos o "tuga" perfeito, impostor e fanfarrão, demagogo e malandreco, seja a jogar à bola ou ao sucesso dos seus negócios, com um pé na direcção do clube ou de qualquer organismo associativo e outro na política ou na construção civil ... "

   O "boneco"  assenta que nem uma luva e até parece que tinha destinatário. Senão vejamos esta pérola retirada de uma recente entrevista de Paulo Futre:
   " ... Tenho uma empresa de consultadoria. Faço de tudo. Sou consultor de tudo, desde energia a construção, etc. e também na parte desportiva..."

   É elucidativa e serve para recordar a vantagem de um pequeno almoço com um candidato a Primeiro ministro na véspera das eleições. Ou então um digestivo com Licor Beirão, com aquele que as perder.

 

{#emotions_dlg.chat}Post 302

Estado de Alma: Chinês
Livro: Cadeneta de Cromos
publicado por Lanzas às 15:45

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O CONSULTOR (ANEDOTA) E A CANÇÃO DA DESPEDIDA

CANÇÃO DA DESPEDIDA
 
Não devemos perder a esperança
A esperança de voltar
Não devemos perder a esperança
de um dia regressar

É só até à vista, irmão
É só até à vista,
Havemos de nos ver, irmão
É só até à vista.

Formemos com as mãos que se enlaçam
Depois deste sol pôr.
Formemos com as mãos que se enlaçam
Uma cadeia de amor.

É só até à vista, irmão
É só até à vista.
Havemos de nos ver, irmão
É só até à vista.

Nesta doce cadeia unidos,
digamos até breve
À luz da mesma chama unidos,
amigos até breve.

É só até à vista, irmão
É só até à vista.
Havemos de nos ver, irmão
É só até à vista.

O mesmo ideal que nos juntou,
E também nos soube unir.
O mesmo ideal que nos juntou
Nos fará reunir.

É só até à vista, irmão
É só até à vista.
Havemos de nos ver, irmão
É só até à vista.
 
ANEDOTA DO CONSULTOR  (com {#emotions_dlg.setubal})
 
Quando atravessava o Alentejo, um condutor avistou um enorme rebanho a pastar tranquilamente, e o pastor e respectivos cães de guarda abrigados à sombra dum chaparro, e resolveu parar para "meter" conversa.
- Boa tarde amigo, como vai?
- Vamos indo, e vomecê respondeu tranquilo aquele.
- Diga-me uma coisa por favor. Quer que lhe diga quantos animais tem por aqui ?
- Pode ser ripostou o pastor.
- E se eu acertar posso levar um cabritito comigo?
- Também pode ser.
O viajante dirigiu-se ao carro donde trouxe a sua parafernália: computador portátil, GPS, etc. e depois de "elaborados" cálculos afirmou peremptório: 327 animais. Está certo ?
- Por acaso está respondeu o Pastor.
- Sempre posso levar o cabritito, amigo? Claro, escolha respondeu aquele.
- Arrumados os apetrechos, escolhido o bicho eram horas da partida. Até mais ver amigo e obrigado, disse, e virando as costas preparava-se para partir, quando foi interpelado pelo Pastor:
- Oiça lá uma coisa: Se eu lhe disser qual é a sua profissão devolve-me o bicho.
- Surpreendido, respondeu: Claro que sim.
- É CONSULTOR, não é verdade senhor ?
Espantado perguntou: - Mas como é que soube? 
- É simples homem. Chegou aqui sem ninguém o chamar. Disse-me o que eu já sabia. E não percebe nada de rebanhos pois pediu-me um cabrito e leva-me um cachorro.
 
{#emotions_dlg.chat}Post 301
publicado por Lanzas às 14:00

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Sábado, 23 de Abril de 2011

BOA PÁSCOA

 

{#emotions_dlg.chat}Post 300

Estado de Alma: Em suspense
publicado por Lanzas às 10:17

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