Domingo, 20 de Março de 2011

KADHAFI - ASSASSINOS DISSE ELE !

   Muamar Kadhafi não é flor que se cheire. É um terrorista nato, como toda a gente sabe, que não hesitou, nem hesita, nem hesitará em mandar abater aviões cheios de gente inocente, em nome da sua ideologia; nem de assassinar adversários políticos em nome da sua sobrevivência pessoal e política. 

   Sobre esta matéria estamos conversados. Mas Kadhafi é tão terrorista hoje como era há 10, 20,30 ou 40 anos atrás. E sempre o será, não há pois que espantar. O que espanta é que os Países ocidentais ditos democráticos, a troco do petróleo ou na procura dos seus dólares e euros para lhe vender a dívida soberana de Países, como a Itália, a França, EUA e Portugal, e nalguns casos para a venda de material bélico, que agora serve para bombardear os seus compatriotas, tenham ao longo dos anos passado uma esponja por cima dos crimes por ele praticados branqueando, ao longo de décadas, a sua política de terror.

   Os dirigentes máximos desses mesmos Países aceitaram-no à sua mesa e humilharam-se ao serem recebidos na sua tenda de beduíno estereotipado, imaginada para isso mesmo. Para os humilhar.

   Autorizaram que montasse esse símbolo da sua humilhação pessoal em locais emblemáticos dos seus próprios Países. Aceitaram os seus rituais e que deixasse atrás de si, quando partia, os despojos nauseabundos desses mesmos rituais. Agora em nome da suposta defesa do povo Líbio, bombardeiam as defesas antiaéreas e os aviões que lhes venderam, para que quando acabar esta tragédia, a Kadhafi ou a outro ditador igual, possam voltar a vender a sucata dos seus arsenais bélicos.

   E no dia em que este ou outro qualquer Kadhafi semelhante fizer com que o petróleo volte a jorrar e volte a acenar com os seus dólares ou euros, então, aí estará ele triunfante com as suas guardiãs do templo mais a sua tenda de beduíno montada no centro de qualquer monumento nacional de qualquer dita democracia.

   Não presta mesmo Kadhafi, mas já não prestava quando José Sócrates declarava que se tratava de “um líder carismático”

   Lembram-se? Foi "ontem". 

Post 269

Estado de Alma: Murcho
Livro: Crítica da Razão Criminosa
publicado por Lanzas às 15:00

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