Segunda-feira, 13 de Fevereiro de 2012

A MÁSCARA DE SEGURO

   O líder do PS afirmou esperar “ter a oportunidade de visitar um corso” na terça-feira de Carnaval.

   Vai fazê-lo com certeza mascarado de líder de oposição, mas a máscara que lhe assentava bem era outra, representativa de um personagem sempre muito aplaudido no Circo.

   É evidente que a politica é um circo (com letra pequena), mas nem por ser carnaval devia poder valer tudo.

   Vivemos uma enorme crise económica é certo, mas também numa profunda crise de valores, e o "Chefe" de um Partido que assinou, e bem, um acordo que nos salvou na altura da bancarrota devia medir bem os seus passos e as suas afirmações e não se deixar cair em populismos fáceis que nem para ele são bons.

   Precisamos de gente que saiba tanto no Governo como na Oposição levar o país a resgatar uma dívida colossal, feita para sustentar clientelas, e projectos megalómanos e  serviu ainda para vender a ideia que todos tinhamos direito a tudo, esquecendo-se de acrescentar:

                               De acordo com as nossas possibilidades.

   E nós como País, em função de muitas razões, porventura todas válidas, fomos muito para além do que eram as nossas possibilidades, por isso temos agora esta factura enorme para pagar.

   Um pouco de bom senso não fazia mal a ninguém, e as demagogias deviam guardar-se para épocas menos arriscadas.

 

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Estado de Alma: Folião
Livro: DEsatar o Nó
publicado por Lanzas às 09:27

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Quinta-feira, 26 de Janeiro de 2012

AFINAL O MAL ERA DAS GALINHAS

   Afinal os mercados tinham razão. Aliás os mercados têm sempre razão. Mas como guardiã dos supremos interesses de todos nós, que lhes pagamos os chorudos ordenados, as mordomias e a boa vida que levam os senhores da Comissão Europeia não descansaram enquanto não descobriram as causas da maldição que  aqueles haviam lançado sobre a economia da Zona Euro e finalmente encontraram as razões, criando de imediato o indispensável antídoto. O problema estava nos direitos das galinhas que não se encontravam devidamente acautelados, pelo que "nos termos da directiva europeia sobre o assunto, que entrou em vigor  recentemente, só poderão ser utilizadas gaiolas que prevejam, para cada galinha, pelo menos 750 cm² de superfície da gaiola, além de um ninho, uma cama, poleiros e dispositivos adequados para desgastar as garras, que permitam aos galináceos satisfazer as suas necessidades biológicas e comportamentais"

   A CGTP, os Pilotos da Tap e os Sindicatos dos Transportes não fariam nada de melhor.

   Agora, com as galinhas acomodadas como deve ser, vai com toda a certeza sair de imediato outra directiva destinada a punir todas as galinhas do campo, retrógradas, que não aceitem dormir nos galinheiros renovados, preferindo os campos, copas de pequenas árvores ou arbustos para as suas movimentações, postura de ovos e choco dos mesmos. Serão perseguidas sem apelo nem agravo, e para combater o absentismo aos ditos galinheiros, perderão o direito ao subsídio de doença de que venham a padecer, e os dias de ausência dos mesmos não serão contados para efeito de reforma, além de serem como é obvio descontados nas férias.

   Por sua vez os galos que não façam cumprir a directiva e não ponham as suas galinhas na devida ordem vão directamente para o tacho,(não, não são os tachos dos políticos, isso é outra coisa que não vem aqui e agora ao caso) podendo escolher se querem ser imolados em arroz de cabidela, fricassé ou guisados com cogumelos.

   E assim estamos todos, a caminho do suicídio colectivo. Mas pelo menos alegres.

   Valha-nos isso.

 

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Estado de Alma: Engalinhado
Livro: Roteiros Gastronómicos
publicado por Lanzas às 14:47

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Segunda-feira, 9 de Janeiro de 2012

DONA FLOR E SEUS DOIS MARIDOS ... UM HINO À VIDA

   Por um mero acaso, quando procurava encontrar uma citação de cujo autor não me recordava, caiu nas minhas mãos o Livro de Jorge Amado, Dona Flor e Seus Dois Maridos.

   Trata-se de um livro velhinho (de 1966) - 1ª Edição de 75  milheiros, com ilustrações de Floriano Teixeira, editado pela Livraria Martins "Editôra".

   Não resisti e reli-o de uma penada (pela quarta, quinta vez?) .

   Recomendo-o vivamente, não só pelo nível do autor que não precisa de encómios, e é para mim simplesmente um dos melhores escritores de sempre, mas sobretudo pelo seu conteúdo. A forma como descreve as situações mais inverosímeis e a alegria de viver dos personagens que vivem, ou viveram, num permanente sufoco é um hino pela positiva para os momentos difíceis que atravessamos, e de alento para fazermos frente às inúmeras dificuldades que teremos de enfrentar para superar o mau momento que o País atravessa.

   Claro que merece a pena analisar, e criticar se for o caso, as razões porque estamos a viver este momento difícil, apontar quem foram ou são os responsáveis, para que não tenham o "topete" de voltar a aparecer-nos pela frente.

   Mas sobretudo é preciso que acreditemos que como povo poderemos ter um futuro melhor mesmo que alguns de nós, individualmente, possamos vir a sofrer com o colete de sete varas onde nos meteram, e que merece a pena lutar para conseguirmos dobrar este Cabo da Tormentas.

   E se fizermos isso com um sorriso nos lábios tudo será mais fácil.

   Vamos a isso?

   Jorge Amado, mas sobretudo Vadinho não diriam que não e eles sabiam do que "falavam".

 

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Estado de Alma: Esperançado
Livro: Dona Flor e Seus Dois Maridos
publicado por Lanzas às 16:47

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Quinta-feira, 15 de Dezembro de 2011

SOMOS TODOS DO CONTRA

   Os Historiadores contra o fim dos feriados;

   Os Sindicatos contra o aumento de meia hora de trabalho diário;

   Os Utentes contra os aumentos das taxas moderadoras;

   Os Automobilistas contras a introdução de portagens nas SCUT´s

   Os Estiudantes contra os cortes no ensino superior;

   Os Professores contra os estatutos;

   Os Funcionários Públicos contra os cortes nos Subsídios de Férias e

   de Natal:

   Os Restaurantes contra o aumento do IVA na restauração;

   Os Pensionistas contra os cortes nas Pensões;

   Os Militares, Os Policias e a GNR contra a falta de verbas;

   O Marinho Pinto contra a Ministra da Justiça;

   O Alberto João Jardim contra os "cubanos";

   O Carlos César contra o corte das tolerâncias de ponto ... e contra

   outros cortes;

   O Lobo Mau (leia-se troika) contra este Governo (Porque se não foi este

   foi o outro que duplicou a dívida *

 

   e Eu contra o SAPOBLOGS porque nunca mais olha para o Lanzas com

   olhos de ver !

                                                                                                                                

 

* Pudera não era para pagar, era só para gerir.

 

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Estado de Alma: Com boa vontade
Livro: Carta de Deus aos Seres Humanos
publicado por Lanzas às 10:17

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Quarta-feira, 9 de Novembro de 2011

EUROPARQUE A ÂNCORA QUE A AEP DEITOU AO MAR

   A  chamada Iniciativa Privada, também conhecida por Patronato, (embora os mais radicais costumem utilizar nomes que são por aqui considerados menos adequados) sempre gostou de viver debaixo do guarda chuva do Estado para se proteger de trovoadas, dispensando tão incómodo acessório sempre que o sol brilha e os lucros são fáceis.

   É uma característica genética que atravessa a Classe desde o tempo das Descobertas, que o chamado Estado Novo aprimorou e que os tempos revolucionários não alteraram.

   Pode em cada momento ter mudado de actores, mas a peça foi sempre a mesma.

   É dentro deste padrão de comportamento que se insere a assunção por parte do Estado do "Europarque"  situado em Santa Maria da Feira, face à execução por parte dos Bancos do aval que concedeu à Associação Empresarial Portuguesa (AEP) para a construção do mesmo, o que representa o pagamento a esses Bancos credores de qualquer coisa como 35 milhões de Euros, que a generalidade dos portugueses que ainda pagam impostos vai ter de pagar, uma vez que nenhum dos mentores ou gestores de "alto gabarito" que por lá passaram têm agora alguma coisa a ver com aquilo.

   O que prometia ser um projecto âncora (com certeza devido ao facto de estar ancorado na especulação imobiliária, como todo o bom projecto português que se preze, ou prezasse) "destinado a contribuir para a internacionalização do País" transformou-se com o tempo num projecto anzol que serviu para o Estado pescar mais um peixe elefante para colorir a caldeirada que são as contas deste País de tão maus costumes, o qual na verdade de bom só tem o que a natureza lhe deu: O Mar e o Sol.

   O resto é paisagem.

 

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Estado de Alma: Ancorado (Mal)
Livro: Descascando a Cebola
publicado por Lanzas às 09:37

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Segunda-feira, 3 de Outubro de 2011

SABER ANTECIPAR OS ACONTECIMENTOS

   Em todos os tempos, os grandes homens sempre se distinguiram entre os seus pares por terem, entre outras, uma marca indelével inscrita no seu ADN: Saber antecipar os acontecimentos.

   É normal que qualquer pessoa mediana que tire um qualquer curso, em qualquer Universidade, ainda que Independente, e esteja rodeada por um conjunto imenso de consultores, assessores e outros doutores tome as decisões que as circunstâncias, ou os superiores interesses instalados impõem.

   Mais IVA, menos fundações; mais impostos, mais corta aqui e ali nos ordenados; menos TGV mais comboio de velocidade elevada; mais coisa menos Aeroporto, todos lá vão.

   Então o que falta para ser diferente, para ser Grande?

   É aquele algo mais, o detalhe, que faz alterar o rumo dos acontecimentos.

   Ouvir as sugestões dos adversários e adequá-las e integrá-las nos seus próprios projectos de acordo com o interesse global, é importante.

   Não fazer da política, quando se está no poder, um exercício de sapiência que se não a tem, é sério

   Ter a humildade de reconhecer que um burro carregado de livros é um Doutor. Ou um Engenheiro, é o mínimo.

   Senhor Primeiro Ministro, Pedro Passos Coelho, reconheça-se que a sua herança era pesada, mas está esgotado o período da nossa boa vontade.

   É ao senhor que compete demonstrar  que tem a marca inscrita no seu ADN.

   Venha de lá esse golpe de asa, que faça com que os Portugueses continuem a acreditar que merece a pena.

    Porque começa a ser tarde.

 

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Estado de Alma: Á espera da estrela
Livro: Meu Pé de Laranja Lima
publicado por Lanzas às 16:47

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Quarta-feira, 28 de Setembro de 2011

A CRISE SEMPRE SERVE PARA ALGUMA COISA

   Afinal, sabe-se agora, a crise económica e financeira que o mundo em geral atravessa apresenta algumas vantagens que não são despiciendas.

   Todos conhecemos muitos casos de crianças de seis, sete anos que jantavam às 10/onze horas da noite e faziam os chamados TPC (trabalhos de casa), literalmente a dormitar em cima dos livros ou dos cadernos, depois de dias que eram autenticas maratonas.

   Depois de se levantarem em muitas situações antes das sete da manhã para serem transportados para a escola, pelos pais, familiares ou pelos transportes escolares, onde cumpriam o horário normal de escolaridade, iniciavam ao fim da tarde correrias incessantes destinadas a cumprir horários de disciplinas extra que não lembravam ao Diabo. Ginástica, ballet, judo, musica, artes plásticas e mais um infindável rol de actividades "didácticas" que lhes consumiam o resto da energia, torravam uma parte do orçamento familiar e não davam espaço para as suas indispensáveis, e saudáveis, brincadeiras.

   Mas não havia nada a fazer. A Micas, a Mitó, o Paulinho o Afonso, e todos os outros betinhos da escola e da vizinhança andavam nessas andanças e  portanto os nossos não podiam ficar trás se não deixavam de estar no grupo dos eleitos.

   E aos fins de semana a actividade não era menor. A equitação, o ténis, o basquetebol ou a escolinha de futebol, sim porque o rapaz tem jeito, e pode ser um futuro Cristiano, também não davam descanso.

   Os pais "ganharem" uma ou duas horas a brincarem com os filhos? Como se não havia tempo para nada

   Afinal a crise veio colocar um travão nesta falta de bom senso, mascarada com " o que havemos de fazer? É um sacrifício, mas é para bem dos nossos filhos"

   Costuma dizer-se que o homem põe mas as circunstâncias, ou a natureza  segundo uns e Deus segundo outros, dispõem.

   E os pais a quem o aperto do cinto obriga a restringir, e em alguns dos casos eliminar completamente, as actividades extra curriculares dos rebentos acabam descobrindo, actividades e brincadeiras com as quais nem sonhavam e que podem tornar as suas crianças, e eles próprios, mais felizes.

   Estudos recentes nos EUA revelam que crianças que passam pelo menos uma hora por dia a brincar com os pais são menos sujeitas stress e mostram ser mais felizes.

   Se realmente assim for, a crise sempre serviu para alguma coisa.

 

{#emotions_dlg.chat}Post 392

Estado de Alma: A brincar
Livro: A Arte de Amar
publicado por Lanzas às 09:17

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Terça-feira, 23 de Agosto de 2011

O TGV OUTRA VEZ

   Pertencemos ao elevado número de portugueses para quem não existe grande diferença entre serem governados pelo PS ou pelo PSD. Embora existam algumas diferenças programáticas entre os dois partidos, elas esbatem-se de forma acentuada face às conjunturas, aos ciclos económicos e à capacidade de quem a cada momento está no poder.

   Pertencemos também ao elevado número de portugueses que face à politica de um ex-Primeiro ministro, sem qualificação para o cargo, descredibilizado e sem uma política que desse um mínimo de esperança aos portugueses, virado para uma confrontação verbal permanente com a oposição e para uma despropositada propaganda ilusória (pelo menos), apostou numa alteração do quadro político vigente, tal como já o havia feito anteriormente mas em sentido inverso, quando o PSD face à "fuga" do seu então Primeiro Ministro eleito, arriscou na sucessão do mesmo sem ir a votos, com as nefastas consequencias conhecidas que daí advieram.

   Desta vez, para além das questões de forma, sempre importantes em política, existiam igualmente outras nomeadamente a continuação de obras faraónicas, que oportunamente aqui criticamos e apelidamos de obras do regime, tais como a construção do TGV e do Novo Aeroporto de Lisboa, que impunham uma mudança de rumo.

   Não discutimos na altura, nem agora, a importância de estarmos ligados à rede transeuropeia de transportes, nem a conveniência de construir um Novo Aeroporto que evite a canibalização das viagens aéreas por parte dos aeroportos espanhóis.

   Discutimos sim a oportunidade do lançamento de tais obras.

   Portugal está na situação de um cidadão que sabe ser um determinado medicamento importante para a manutenção da sua qualidade de vida, mas como a reforma ou o salário não chegam para o comprar resignam-se a não o tomar, com as consequências negativas que daí advém.  E isto não é demagogia. Basta falar com alguém ligado ao ramo farmacêutico, para se ouvirem histórias de pasmar.

    Julgávamos que essa megalomania estava por agora ultrapassada, porém com o avolumar das notícias avulso que vão "pingando" aqui e ali, as quais dão conta que o actual Governo se prepara para dar continuação à construção do TGV, neste momento um investimento ruinoso para os portugueses, depois de se ter oposto, enquanto oposição na anterior Legislatura, de forma frontal à sua construção  e ter feito uma campanha eleitoral durante a qual a suspensão dessa obra, tal como a do Novo Aeroporto, foi uma das principais bandeiras, é de antever o pior.

   Com efeito, e caso tal venha a acontecer trata-se de uma verdadeira VIGARICE política, que merece o mesmo repúdio que  mereceu a assinatura dos contratos para execução da obra, sem o visto do Tribunal de Contas, por parte de um antigo Ministro das Obras Públicas, cujo nome desconhecemos, para tornar a sua construção irreversível ou então proporcionar chorudas indemnizações às empresas envolvidas, e isto a poucos meses de eleições.

   Já tinhamos ficado de pé atrás com o actual Governo, que quando do lançamento do Imposto Extraordinário (vulgo corte do Subsídio de Natal) isentou os investidores financeiros do pagamento do mesmo, na senda aliás do que havia feito o anterior governo ao permitir a antecipação da distribuição de dividendos, sem que os mesmos fossem taxados, deixando no ar um sentimento de que afinal tudo continua como dantes, excepto para os mais pobres que pagam mais impostos.

   Ficamos atentos, aguardando pelo final de Setembro quando serão definitivamente decididas, dizem do Governo, as políticas em matéria de transportes.

   Espero sinceramente, tal como centenas de milhar de portugueses, não ser enganado.

   É que mesmo em política há um linha de credibilidade que não deve ser ultrapassada. Para não serem todos iguais.

 

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Estado de Alma: Agoniado (quase a vomitar)
Livro: Brevissimo Inventário
publicado por Lanzas às 13:27

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Domingo, 17 de Julho de 2011

O TECTO DA DÍVIDA AMERICANA

 

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Estado de Alma: Metido num grande buraco
Livro: Of Thee I Sing: A Letter to My Daughters
publicado por Lanzas às 13:37

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Domingo, 5 de Junho de 2011

O PESADELO TERMINOU

    Eram 20,01h  em Portugal Continental e na Madeira e 19,01h nos Açores, quando o País acordou de um pesadelo.

   Acabaram seis anos de Governo que deixaram o País exangue, à beira da bancarrota, sem crédito e sem expectativas.

   Foram 4 anos de "ditadura"! de uma maioria absoluta exercida sem contemplações para com os opositores, vencidos democraticamente nas urnas, mas tratados em publico como verdadeiros inimigos, e não como como adversários políticos cujas propostas deveriam também ser tidas em conta, como se a verdade estivesse exclusivamente omnipresente na cabeça de um iluminado.

   Quem foi adulto antes de 1974 sabia do que se tratava.

   Seguiram-se 2 anos de um governo sem qualquer rumo que conduziu o País para a bancarrota através de políticas absolutamente desadequadas, prosseguidas ao sabor dos ciclos eleitorais, com o aumento dos vencimentos dos funcionários públicos e diminuição de impostos em vésperas de eleições, em absoluto contra ciclo com o que se passava no resto da Europa e no Mundo. Como consequência dessas políticas tivemos um aumento devastador do desemprego, do défice público, da dívida soberana e dos juros da mesma, como nunca se havia assistido em Portugal.

   Feita a catarse o País tem de partir na busca de um novo rumo que lhe permita voltar a ter esperança, depois de corrigir os erros, e lutar contra o momento adverso que atravessamos, acreditando que os seus filhos vão ter um futuro melhor.

   O mar sempre foi o nosso destino. Depois de ultrapassado este Cabo das Tormentas a rota será com certeza de bonança.

   Sempre soubemos desvendar mundos ao mundo e superar as nossas dificuldades.

   Não vai ser diferente agora.

 

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Estado de Alma: Crente
Livro: Ensaio sobre a Lucidez
publicado por Lanzas às 20:40

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