Sábado, 4 de Junho de 2011

EM REFLEXÃO

 

   * Adaptação da frase "nós pega o peixe" constante do Manual de Língua Portuguesa " Por Uma Vida Melhor" distribuído pelo Ministério da Educação do Brasil a cerca de 500.000 estudantes do ensino médio.

    O Acordo Ortográfico no seu melhor.

 

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Estado de Alma: A Reflectir
Livro: Reflexões da Vida
publicado por Lanzas às 11:57

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Quarta-feira, 1 de Junho de 2011

PONTOS DE VISTA

 

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Estado de Alma: Sobrevivente
Livro: Como o Estado Gasta o Nosso Dinheiro
publicado por Lanzas às 09:07

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Sábado, 21 de Maio de 2011

HÁ PRAXES FIXES MAS HÁ PRAXES QUE SÃO UMA VERGONHA

Declaração de Interesses: Tenho alguma aversão intrínseca às praxes.

E a razão fundamental dessa aversão prende-se com a primeira praxe a que fui sujeito.

Era hábito nos idos de sessenta do século passado, nas oficinas e nas obras, serem os aprendizes, putos com 12/13 anos, quando não menos,  sujeitos a umas “partidas” ou uns “apertos” por parte dos mais velhos quando se apresentavam para o seu primeiro dia de trabalho.

Ora a minha primeira praxe teve lugar  na oficina de reparação de electrodomésticos e de máquinas de escrever, nomeadamente as chamadas portáteis, que na altura começavam a aparecer.

Tendo-me apresentado ao serviço, o Encarregado, depois de me medir de alto a baixo, disse-me com ar grave:
- Vês o tabuleiro que está em cima daquela bancada? Ao lado está um garrafão de gasóleo e desperdício. Pois bem vais lavar as fitas usadas das máquinas de escrever que estão lá dentro.

Quero aquilo bem lavado,  para depois poderem ser recarregadas, ouviste?

Ouvi sim senhor, respondi e lá fui, cabisbaixo e nervoso mas atirei-me à tarefa com afinco, pois as recomendações em casa tinham sido claras:

"Porta-te bem e faz o que te mandarem, para não arranjares chatices".

No decorrer da manhã pareceram-me algo estranhos alguns cochichos entre os mais velhos, alguns olhares cúmplices e alguns sorrisos maliciosos, mas continuei, firme, em frente.

Quando tocou para o almoço, com o Encarregado à frente a comunidade veio observar o trabalho efectuado.

As fitas tinham mudado de cor, deixando ser pretas e vermelhas, para passarem a um castanho terroso, igual ao que me pintava a cara, o cabelo e a roupa.

Depois de umas sonoras gargalhadas, e de umas frases elogiosas como “és um puto porreiro; se te portares sempre assim vais longe”, foi-me explicada o porquê (já era assim quando viemos para cá, diziam os mais velhos) daquelas brincadeiras e deram a praxe por encerrada.

Também me ri e ainda me lembro hoje da cara assustada da minha mãe quando ao fim do dia cheguei a casa.

Quando lhe expliquei o sucedido, pareceu-me ouvir num ligeiro sussurro: “malandros”.

Volto ao início:Tenho alguma aversão intrínseca às praxes.

publicado por Lanzas às 14:56

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Sexta-feira, 20 de Maio de 2011

AS NOVAS OPORTUNIDADES

(E A QUALIFICAÇÃO DOS PROFESSORES)

   O ainda PM referiu recentemente as que considera serem as medidas de sucesso dos seus seis anos de governação em matéria de educação, ciência e qualificação, apontando esta última como um factor importante para o reforço da competitividade da economia portuguesa, e  tendo dado como exemplo o programa Novas Oportunidades que classificou como "uma tentativa séria e honesta de responder" ao problema de falta de qualificação no país, lembrando ainda que as Novas Oportunidades foram já objecto de uma avaliação por parte da Universidade Católica, criticando por isso aqueles que querem que seja feita uma Auditoria ao programa.

   Como sempre José Sócrates, "baralhou e voltou a dar" bem sabendo que estava a falar de coisas diferentes. A referida avaliação, como aliás a própria UC já referiu, tem como objectivo apurar o grau de satisfação dos que frequentaram o programa Novas Oportunidades, e que como se pode calcular atinge taxas elevadas pois o mero cumprimento das cargas horárias estabelecidas, sem metas concretas nem avaliação final, é suficiente para os "frequentadores" conseguirem a obtenção de um grau académico que em muitos casos serve de base para o acesso à Universidade em confronto com alunos dos cursos regulares sujeitos a avaliação e exames.

   Outra coisa é uma auditoria ao Programa, aos custos, aos objectivos e à execução. Porque há  perguntas  simples a fazer, para as quais é preciso obter respostas, que definem com clareza o facilitismo com que o Programa foi concebido e executado. Quantos pessoas frequentaram o Programa ? E quantas não obtiveram aproveitamento?  Simples não é? 

   Não tenhamos dúvidas, o programa foi concebido e executado tendo em vista a melhoria das estatísticas e para servir de propaganda, matérias que José Sócrates muito aprecia, e de que muito beneficiou, com base num facilitismo exagerado que não qualifica nem ajuda na obtenção de competências.

   Já o programa de Certificação de Conhecimentos se reveste de um aspecto diferente e francamente positivo. Dirigido para pessoas que abandonaram a escola com baixa escolaridade mas que ao longo da sua vida profissional aprenderam, obtiveram competências e especializações, em diferentes contextos e circunstâncias, o programa valoriza e reconhece essas competências adquiridas, atribuindo-lhe uma certificação que lhes permite por exemplo concorrer a lugares para os quais têm aptidão, mas que a falta de habilitações formais as impediam de conseguir.

   Esta sim, uma medida importante com reflexo directo na vida das pessoas. 

 

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Estado de Alma: A Pregar no deserto
Livro: Mentes Brilhantes, Mentes Treinadas
publicado por Lanzas às 20:26

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A AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES

(E AS NOVAS OPORTUNIDADES) 

 

   O PSD tem a enorme capacidade de dar tiros nos pés, falando fora de tempo sobre assuntos em que tem razão. Agora foi o caso da educação, com as Novas Oportunidades, em que uma avaliação rigorosa e independente de todo o processo é na verdade importante, mas não era o momento oportuno para colocar o tema em cima da mesa. Tal como o chumbo da avaliação dos professores numa votação "ao molho" efectuada numa das últimas sessões plenárias da Assembleia da Republica, o que se revelou uma atitude demagógica, para ser simpático, unicamente destinada a tentar captar votos numa área importante de eleitores: Os professores. Não era o tempo nem o modo certos para uma medida daquelas.

   Lançadas durante o consulado Sócrates estas foram duas boas medidas na sua essência, mas cuja aplicação na prática se mostraram num caso desajustadas e noutro virada para as estatísticas e para a propaganda fácil, matéria em que o ainda PM é exímio. Digamos mesmo que em termos políticos é a única matéria (a propaganda) em que revela qualidades. Falemos hoje sobre a Avaliação dos Professores:

   Trata-se de uma necessidade imperiosa. Tal como em qualquer outra actividade pública ou privada, não se concebe que alguém possa progredir numa carreira por inércia aproveitando o simples passar dos anos para ser promovido ou ganhar mais. Professores há que recusam qualquer forma de formação, reciclagem ou de adaptação à evolução tecnológica ou pedagógica. Não merece a pena abanar a cabeça, pois são inúmeros os casos concretos. 

   A grande crítica que deve ser feita ao modelo de Avaliação existente é a forma como são nomeados os Avaliadores. Deveria existir uma equipa de avaliadores independentes que com critérios uniformes avaliasse no País inteiro quem tinha de ser avaliado. Fazer acrescer à actividade normal de um professor uma nova área de actuação que uns por princípio (os que estão contra a avaliação) e outros tão simplesmente  devido ao aumento da carga horária que tal implica, recusam liminarmente uma participação activa no processo, e ao ser-lhes objectivamente imposta essa tarefa via indeferimento dos requerimentos a pedir escusa, origina situações também de injustiça para os professores avaliados.

   Escolas existem onde professores se avaliam mutuamente; onde existem avaliadores e avaliados, com vinte e mais anos de permanência na mesma escola com as cumplicidades que tal facto proporciona, o que leva a que a presença do relator (avaliador) em aulas assistidas seja nalguns casos uma mera formalidade, para a proposta de atribuição de "muito bom" ou "excelente", não sendo de excluir uma ou outra vingançazita por motivos políticos, pessoais etc.

   No fim de contas somos todos portugueses, não é verdade ?

   Ora era aí que o PSD devia fazer incidir a sua intervenção pedagógica e mostrar que a avaliação é indispensável; que não é uma grelha de avaliação, a qual pode ser sempre melhorada, a causa do problema; que não é uma "auto avaliação" que qualquer professor rigoroso exige aos seus alunos no final de cada trimestre que deve ser evocada como um aumento incomportável da carga de trabalho dos professores avaliados; partindo para a criação de uma equipa de Avaliadores multidisciplinar, competente, especializada, motivada e credível,  dedicada exclusivamente  a essa tarefa, com o que tornaria o modelo de avaliação capaz de ser potencialmente aceite por todos.

   Aproveite-se o que de bom já foi feito na matéria, apesar do erros iniciais existe muito trabalho bom efectuado, e corrija-se o que pode ser melhorado.

   Para bem de todos:  Professores, Alunos e do País em geral.

 

   AS NOVAS OPORTUNIDADES ... (Post 327)

 

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Estado de Alma: Professor
Livro: Pais Brilhentes, Professores Fascinantes
publicado por Lanzas às 15:17

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Domingo, 27 de Março de 2011

EDUCAÇÃO ... AVALIAÇÃO ... CONDENAÇÃO!

   A Ministra da Educação afirmou ontem em declarações públicas que a revogação da reavaliação dos professores foi "um momento triste da vida parlamentar", acrescentando igualmente  que se trata de "um acto a todos os títulos condenável".

   Aceita-se que possa ter sido um momento triste para quem defenda, eventualmente com convicção, como a senhora Ministra que a avaliação nos termos em que estava a ser efectuada era um modelo correcto.

   Quanto ao facto de ser um acto a todos os títulos condenável, mais devagar. Tem a legitimidade de ser emanado de um órgão em que todos os titulares foram eleitos, e não nomeados, e faz sentir quanto custa a todos aqueles que pertencendo a um governo democraticamente eleito e com legitimidade para o fazer tomam as medidas que entendem como a mais correctas, mas que vão contra a vontade da maioria daqueles para quem as mesmas são destinadas, e que em tempo oportuno as consideraram "um acto a todos os títulos condenável".

   Somos dos que estão, e sempre estiveram, a favor da avaliação dos professores, bem como de todos, mas mesmo de todos os funcionários públicos, tendo ainda a seu crédito o facto de ter incentivado familiares directos a submeterem-se a aulas assistidas voluntárias, mas discordamos frontalmente a que professores sejam avaliados por outros professores da mesma escola.

   Para que a avaliação possa ser considerada como um indicador de progressão na carreira, com influência directa na remuneração de quem é avaliado, terá de existir um corpo de avaliadores independentes. É o mínimo dos mínimos.

   Sem isso será sempre posta em causa a idoneidade de quem avalia, face à limitação do numero de classificações "Excelentes" e "Muito Bons" disponíveis,  as únicas que permitem uma progressão mais rápida na carreira.

   Somos dos que têem a opinião que estas classificações estão guardadas para serem distribuidas discricionariamente, o que torna esta avaliação, muitas das vezes, "um momento triste da vida" ... dos professores.

 

Post 280

Estado de Alma: Condenado
Livro: Mágoas da Escola
publicado por Lanzas às 18:35

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Quinta-feira, 17 de Março de 2011

O POVO DA INTERNET (LEIA-SE BLOGUES)

   Foi com surpresa que li o artigo de opinião de Mário Crespo no jornal Expresso do último sábado, no qual em 108 linhas de prosa, reservou 61  para se referir com manifesto acinte aos Blogues em geral, parecendo pretender assim justificar a sua superioridade intelectual por recusar "os convites que frequentemente lhe são dirigidos para neles escrever", com base na falta de qualidade dos mesmos.

   Obviamente que existem bons e maus Blogues, assim como existem bons e maus jornais, bons e maus programas de televisão, bons e maus jornalistas, bons e maus artigos de opinião, bons e maus "planos inclinados", e por aí fora.

   Curiosamente já existia na imprensa portuguesa um jornalista - Miguel Sousa Tavares -  que por acaso também assina semanalmente uma crónica no mesmo jornal que é um acérrimo opositor "dessa gente" que escreve na internet (leia-se Blogues). Será coincidência?

   Tratando-se de dois credenciados jornalistas com acesso a praticamente todos os meios de informação, lidos e ouvidos por centenas de milhares de pessoas é de estranhar que percam o seu tempo e espaço numa espécie de cruzada contra "essa gente (rasca?) que escreve na internet" (leia-se Blogues).

   Sucede que tal como acontece com os Blogues em geral temos visto bons e maus "Jornais das 9" na SIC Notícias, durante os quais com frequência  Mário Crespo se espraia em considerações e opiniões pessoais, que muitas das vezes ultrapassam os limites de um apresentador de um jornal de notícias, e com as quais nem sempre estou de acordo, tal como muita outra gente.

   Claro que Mário Crespo tem o direito de ter opiniões e tecer considerações, mas em artigos de opinião como este do Expresso, mesas redondas, colóquios, entrevistas e sei lá mais o quê, mas enquanto apresentador de um jornal de notícias não nos parece adequado.

   Relativamente a Miguel Sousa Tavares, com quem basicamente estou em desacordo, mas de quem leio religiosamente as crónicas semanais, tem vindo a perder fôlego nos seus escritos os quais vêm perdendo a qualidade de outros tempos. Acontece aos grandes profissionais. Está em manifesta baixa de forma.

   Voltando aos blogues, onde não existe "só escrita maldizente": Os maus extinguem-se naturalmente no fogo impiedoso da exigência de qualidade mínima. Os outros, com maior ou menor regularidade, face às possibilidades dos seus mentores vão continuar a ter opinião, analisar, comentar, aplaudir ou contestar. É a possibilidade de que dispõe quem não tem, ou não quer ter, acesso a outros meios de informação, pese o desagrado de Mário Crespo e Miguel Sousa Tavares.

   Já no que se refere ao "povo da internet" (leia-se Blogues) destaco ao correr da pena, sem qualquer desconsideração por tantos outros , os nomes de dois Senhores que escrevem com honra e prazer em Blogues: Vital Moreira e José Pacheco Pereira.

   Para que conste.

  

Post 266

Estado de Alma: Repórter X
Livro: Cântigo Negro
publicado por Lanzas às 09:53

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Terça-feira, 8 de Fevereiro de 2011

O CIRCO (DA VIDA)

                                                                                                                                                                                                               O        

Quadro a Óleo de João Portalegre

                                        O CIRCO  ( DA  VIDA ) TEM  ARTISTAS,

                                        PALHAÇOS, MUSICOS,  E MALABARISTAS.

                                        TEM PAVÕES , PRIMADONAS E ARARAS

                                        VESTIDAS DE PLUMAS E COISAS RARAS;

 

                                        TEM CAMALEÕES, URSOS AMESTRADOS,   

                                        CROCODILOS E  FIGURÕES  ANAFADOS.

                                        TEM  LISBOA , PARIS, SONHOS  E  POESIA

                                        CANTADEIRAS , O FADO E A MOURARIA;

 

                                       TEM  MEMÓRIA   DE   NOBRES   AMORES

                                       CONTADOS COM TINTAS DE MIL CORES.

                                       TEM VALSAS E TANGOS FEITOS A PINCEL

                                       POR  DEGAS , JULIO  POMAR  E   GARDEL;

 

                                       TEM GALÕES DOURADOS , ACROBATAS,

                                       MALANDROS  E  FERAS DE  DUAS PATAS.

                                       O  CIRCO TEM  HISTÓRIAS  DE PASMAR

                                       MAS  NA  VIDA  TEMOS  DE  ACREDITAR

                                                                                            João Portalegre

Post 226

Estado de Alma: Artista
Livro: A Minha Concepção do Mundo
publicado por Lanzas às 10:03

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Terça-feira, 25 de Janeiro de 2011

A FÓRMULA DA VITÓRIA (Y=18,579+0,578*X1+12,317*X2)

   Na edição de 4 de Dezembro último, o Jornal Expressso  publicou a fórmula matemática acima reproduzida, a qual de acordo com os autores permitia concluir que o resultado de Cavaco Silva nas eleições presidenciais de Domingo seria de 53,393%.

   Conhecidos os resultados, verifica-se que mais certeiro não podia ter sido o tiro.

   Os autores da fórmula Luis Aguiar Conraria, professor de economia na Universidade do Minho, e Pedro Magalhães, politólogo e investigador do Instituto de Ciencias Sociais, estão no blogue "a destreza das dúvidas" http://aguiarconraria.blogsome.com

   Merecem acompanhamento permanente e parabéns pelo feito.

 

Post 215

 

Estado de Alma: Matemático
Livro: O Último Teorema de Femat
publicado por Lanzas às 09:47

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Quinta-feira, 16 de Dezembro de 2010

ACONTECEU

   Fomos surpreendidos com a notícia da morte de Carlos Pinto Coelho.

   Não temos por norma fazer eco das qualidades de quem nos deixa, mas neste caso era impossível não o fazer.

   A forma como Carlos Pinto Coelho divulgou a cultura merece que enalteçamos.

   Sabe-se que os países têm tendência para evoluir tanto mais, e mais depressa, quanto os seus povos são mais cultos.

   Se todos fossemos como Carlos Pinto Coelho, o país estaria uns bons passos mais à frente.

   Ficamos na expectativa que por onde quer que passe continue a divulgar a Cultura do seus País e do País da sua eleição (Moçambique).

   Nós ficamos (ainda) mais pobres.

   ACONTECE.

 

Post: 180

Estado de Alma: Triste
Livro: A Aparição
publicado por Lanzas às 14:05

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