Segunda-feira, 12 de Março de 2012

MIGUEL RELVAS - "0 ADAPTADO"

 
 
{#emotions_dlg.chat}Post 463
Estado de Alma: Em adaptação
Livro: Super Homem
publicado por Lanzas às 09:27

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Quinta-feira, 8 de Março de 2012

VITOR GASPAR O NOVO SALAZAR

   Com o devido respeito pelas diferenças culturais, políticas e ideológicas, entre ambos, e sem qualquer conotação negativa,  consideramos que Vitor Gaspar, o actual Ministro de Estado e das Finanças , está a tornar-se um verdadeiro Oliveira Salazar dos tempos modernos.

   É certo que não foi chamado à ribalta por um grupo de militares que da forma de governar o País não tinham a mais pálida ideia, mas foi chamado por uma Troika, ainda que digam que não, que foi o primeiro ministro que escolheu, blá, blá, blá, tretas, cujas armas de que dispõe: os juros, os mercados, os defauld, os colaterais, os cds e outros mimos que tais, não são menos mortíferas do que aquelas que os militares têm por hábito de empunhar.

   É certo que Vitor Gaspar tem mais mundo do que teve Salazar, e o mundo actual é diferente, mas tem todos os seus tiques, nomeadamente os do posso, quero e mando;

   É certo que ainda não tem a força política que teve Salazar, para quem na altura não havia alternativa, para impor as suas condições: Ou é assim, ou vou-me embora;

   Mas que tem a firme vontade, tal como Salazar, de dominar tudo à sua volta, desde a contratação de professores, ao controle dos Fundos, sejam do QREN, sejam quaisquer outros, e à supervisão sobre os investimentos dos Ministérios, Câmaras Municipais ou Empresas Públicas, para daí partir para o poder total, isso tem.

   A criação ontem em conselho de ministro da Comissão Intermenisterial de Reprogramação dos Fundos Comunitários, foi a ultima decisão para lhe garantir esse poder quase absoluto.

   Pode ser que seja necessária neste momento toda esta concentração de poderes num homem só, mas à vista desarmada parece excessiva.

   Pedro Passos Coelho ainda não é nem a rainha de Inglaterra, nem Américo Tomás, mas atenção quando chegar o tempo do tudo ou nada, que será o momento do pedido de demissão de Vitor Gaspar quando este sentir que essa será a melhor maneira de conseguir o poder absoluto.

   E nesse momento uma de duas coisas vai acontecer: Ou vai para parte incerta vigiar os que se portam mal como Portugal, se tiverem a coragem de lhe entregarem a guia de marcha,  ou então fica e é ele quem fica a mandar absolutamente, qualquer que seja o lugar que desempenhe.

   A história, como a moda repetem-se ciclicamente, mais dia, menos dia.

   E nós já vimos este filme.

 

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Estado de Alma: Sroikado
Livro: Salazar, by Franco Nogueira
publicado por Lanzas às 12:00

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Quinta-feira, 1 de Março de 2012

NEM TODOS OS RIOS VÃO DAR AO MAR ...

... ALGUNS SECAM NO LEITO  

Rui Rio afirmou ontem em entrevista à SIC: "é quase certo que o governo português vai ter de pedir mais tempo e mais dinheiro à troika porque de outra forma não haverá crescimento nem criação de emprego”, num discurso contrário ao do líder do seu partido, e primeiro-ministro, que tem garantido que não há necessidade para qualquer ajustamento ao programa aprovado.
    Esta afirmação subscrita por António José Seguro mereceria toda a nossa concordância, por um lado porque realmente parece inevitável, por outro lado porque se trataria do líder da oposição a dizê-lo, como aliás já tem feito noutras ocasiões, em contraponto aquilo que Passos Coelho tinha  dito em Itália poucas antes,  de  ”estar convencido que Portugal tem condições para regressar aos mercados no prazo previsto”.

    Rui Rio acrescentou ainda, que se trata de um cenário lhe parece "muito, muito difícil de alcançar", e reforçou dizendo que "se conseguirmos isso (e parece dificílimo) temos de levar não sei quantas medalhas de ouro desde o primeiro-ministro ao português mais humilde porque fizemos um feito notável".

   Já se sabe que o PSD é um partido democrático onde convivem todas as correntes de opinião, mas ouvir um putativo candidato à presidência do mesmo, ou será já a pré-candidatura à Presidência da Republica? contrapor tão abertamente o presidente do partido, numa espécie de marcação cerrada, é por um lado  dar trunfos aos adversários políticos e por outro ser uma voz crítica destinada a ser aproveitada indevidamente pelos que advogam posições cada vez mais radicais, ás quais é sabido Rui Rio se opõe, pelo que deveria  ser mais prudente nas afirmações proferidas.

   Para terminar, duas citações que valem o que valem:

   " … ali do outro lado estão os meus adversários; os meus inimigos estão sentados aqui nas bancadas do nosso lado” Churchill na Câmara dos Comuns (mesmo que esta frase seja só lenda);

   "... eu realmente tenho dificuldades em dar conselhos ao Governo português. Aliás, detesto dizê-lo, mas não faria as coisas de forma muito diferente daquilo que está a ser feito agora." Paul Krugman em entrevista publicado pelo Jornal Público.

   Para bom entendedor não eram preciso tantas palavras.

Estado de Alma: Na hora do embalo
Livro: Caminharei Pelo Vale da Sombra
publicado por Lanzas às 12:27

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Quinta-feira, 23 de Fevereiro de 2012

ÁGUA PURA DA RIBEIRA, OU DA TORNEIRA?

   Podemos estar descansados porque os nossos Deputados não deixam passar nada, mesmo nada, nem o custo da água que bebem, embora pelos menos alguns deles nem a água que bebem mereçam.

   Mas voltando ao assunto, que é de tal forma sério que fazia parte dos  dossiers de avaliações da Troika para saber se nos libertavam ou não mais um milhõezitos de euros, para juntar aos que já vieram e aqueles que se Deus tiver piedade de nós hão-de vir, podemos realmente estar descansados, porque depois de estudos exaustivos, de várias reuniões, algumas comissões e quem sabe algum plenário chegou-se à conclusão definitiva, insofismavel, sem qualquer possibilidade de desmentido, inatacável:

   A ÁGUA ENGARRAFADA É TRINTA VEZES, TRINTA MEUS SENHORES, MAIS BARATA DO QUE A ÁGUA DA TORNEIRA.

   Finalmente vamos poder dormir tranquilos, os nossos Deputados vão continuar a beber águinha engarrafada. Só e exclusivamente porque é trinta vezes mais barata do que a da torneira, porque senão numa demonstração de solidariedade, com os desempregados, os deserdados, os que pagam impostos e não recebem subsídios de natal nem de férias era dessa mesma, a da torneira, que beberiam.

   Ditosa Pátria que tais Deputados tem.

   Se não fosse trágico viver em Portugal era realmente muito divertido.

 

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Estado de Alma: A beber um fino
Livro: Fluviais
publicado por Lanzas às 15:27

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Segunda-feira, 12 de Dezembro de 2011

COM TODAS AS LETRAS ... E OS NÚMEROS?

   A vantagem de estar na Oposição é poder dizer que não fazia aquilo que faria se estivesse no Governo!

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Estado de Alma: A olhar para a lua
Livro: Uma Proposta Modesta
publicado por Lanzas às 16:37

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Sexta-feira, 9 de Dezembro de 2011

AÇORES DOS NOSSOS DESCONTENTAMENTOS

   Alguma (muita) coisa vai podre no Reino da Dinamarca, que é como quem diz no regime democrático em que vivemos. Vejamos um exemplo:

   "Democraticamente" os galegos do Continente contribuem com os seus impostos para a insularidade dos Açores. Não estou de acordo mas que hei-de fazer? Aguentar.

  Com efeito para transferir para os Açores parte dos impostos dos que não ganham para comer no Continente o Governo tem legitimidade democrática, mas para impor as mesmas regras, os mesmos impostos e os mesmos deveres que impõe no Continente, para isso já não tem legitimidade.

  Nesses casos como é para distribuir está lá o senhor Presidente do Governo Regional, que distribui o que não lhe custa a ganhar, pois para pagar estamos cá nós, como se verificou com a decisão que tomou oportunamente de proceder à atribuição de uma remuneração compensatória a todos os trabalhadores com remunerações mensais brutas entre os 1500 e os 2000 euros, de forma a anular o efeito do corte salarial decretado pelo Governo da Republica, que  os galegos do Continente aguentaram democraticamente.

   Para os galegos do Continente o Governo tem toda a legitimidade para dizer que o dia 23 de Dezembro é um dia normal de trabalho, mas nos Açores o senhor Presidente do Governo Regional vem dizer que de tarde não se trabalha para se respeitar a tradição da época natalícia.

   Tradição essa que pelos vistos no Continente nunca se verificou.

   Até o Menino Jesus andou às voltas nas palhinhas.

   Então para pagar são uns e para desfrutar são outros.

   Em nome de quê? Da coesão nacional? Passo.

   E aquela coisa do bom senso? Não se aplica e pronto, e ficamos todos felizes, é ?

   É preciso cautela, porque quem semeia destes ventos sujeita-se a colher tempestades, e quem vai para o mar ...

   Porque para quem tem de atravessar o canal o mau tempo não é para brincadeiras.

  

 

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Estado de Alma: Descontente
Livro: Castelos de Algodão Doce
publicado por Lanzas às 09:27

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Terça-feira, 6 de Dezembro de 2011

FERIADOS A MAIS. FERIADO A MENOS

   No período conturbado que o País vive, com uma necessidade absoluta de tentar pôr fim a uma época de desmandos económicos  que nos colocaram num dos patamares mais baixos da nossa história, não custa aceitar que na indispensavel política de aumento de produtividade de todos nós se olhe para a necessidade de cortar alguns feriados.

   Seria preferível olhar primeiro para as célebres "pontes", e os dias de Aniversário concedido por esse País fora por Câmaras Municipais e Organismos Públicos, mas enfim, é o País que temos. 

   E se existem áreas onde cada português terá a sua visão pessoal, esta é manifestamente uma delas, em função da forma como se posiciona na sociedade: Católico, progressista, monárquico, saudosista e por aí fora.

   É porém dificil de aceitar que existindo actualmente em Portugal 13 feriados, oito católicos e 5 comemorativos,  se tenha permitido que a Igreja Católica inteligentemente se antecipasse às proposta do Governo, propondo cortar dois feriados religiosos desde que fossem também cortados dois feriados "civis", e com isso retirado, manifestamente, capacidade de manobra ao Governo.

   Ora a proposta do Governo de acabar com os feriados do 5 de Outubro e 1º. de Dezembro, é no que respeita a este último, DIA DA RESTAURAÇÃO DE PORTUGAL, de uma insensibilidade pela Portugalidade do nosso Povo que ultrapassa todos os limites.

   Este é o único feriado que diz realmente respeito a todos nós portugueses, por nos termos livrado na altura de um inimigo, por muito que agora cultivemos boas relações com Espanha, o que é obviamente desejável, pelo qual fomos ultrajados, roubados, vilipendiados, e foi graças ao esforço heróico de um punhado de Homens que tiveram a coragem de não vender a alma ao Diabo que nos conseguimos restabelecer como Nação.

   Camões, o Hino Nacional, a Bandeira, as Descobertas, o Orgulho Lusitano tudo seria hoje um passado sem lembrança, se não tivesse existido o 1º de Dezembro de 1640.

   Adianta pouco andar de Pin na lapela do casaco, num arroubo de adolescentes por qualquer idealismo efémero,  quando se deita para as ortigas o dia da Restauração de Portugal.

   Salvo melhor opinião trata-se do único feriado que não deveria ser sacrificado.

   Digo eu que tenho orgulho em ser Português.

 

 

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Estado de Alma: Português
Livro: História de Portugal de Alexandre Herculano
publicado por Lanzas às 09:37

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Quarta-feira, 30 de Novembro de 2011

O INCÊNDIO DO FUTEBOL

   Já passaram alguns dias sobre os lamentáveis acontecimentos verificados no antes, durante e depois de um jogo de futebol, que não deveria ter sido nada mais do que isso. Um jogo de futebol.

   A história é demais conhecida e nela ninguém está isenta de culpas, antes pelo contrário, todos têm nela sérias responsabilidades no sucedido.

   Como é sabido, o futebol já foi um desporto, sendo que agora é uma industria onde se movimentam, em todo o mundo, exorbitantes volumes de dinheiro, a maioria do qual de origem (muito) duvidosa, sendo que depois em muitos situações se perde novamente o rasto desse mesmo dinheiro.

   Mas regressando ao sucedido, temos:

 1 - A falta de previsão e a passividade da Entidade que deveria superintender no futebol, que autoriza, ou não se opõe, à instalação de uma estrutura, necessariamente polémica, no decorrer da época, e com destinatário concreto.

 2 - O Clube que instalou a estrutura, ainda que se procure resguardar na legalidade. Nem tudo o que é legal é razoável, e este era um desses casos, pois sabia que com essa atitude estava ostensiva e deliberadamente a provocar o adversário. A que acresce o facto de não ter sabido prever as consequências que adviriam do seu comportamento, e que neste pode razoavelmente admitir-se que foram muito superiores aquelas que se dizia querer obstar.

 3 - O outro Clube que não foi capaz de criar as condições objectivas para um comportamento normal por parte dos seus simpatizantes, antes acirrou os animos, afim de poder protestar contra o que considerava inadequado, sem que pudesse ser acusado de ter incitado à violência. As palavras proferidas pelos seus dirigentes antes do jogo, e a falta de comparência do seu Presidente a esse jogo foram de uma total falta de bom senso. E a história da "baixa" por doença é história mal contada a fazer lembrar os atestados médicos dos polícias.

   E não pode deixar de se lamentar ver um antigo internacional português ali metido o que não foi  com certeza um incentivo à não violência

   Tudo podia ficar por aqui, mais indemnização menos indemnização, não fora o caso de com os comportamentos assumidos, os principais dirigentes dos maiores clubes portugueses, estarem a colaborar no aumento da violência das suas claques organizadas, o que na conjuntura que o País atravessa é de extrema gravidade.

   Ao abrigo do óbvio direito de exteriorização de uma simpatia clubística, organizam-se forças, experimentam-se técnicas, estreitam-se relações que podem vir a ser utilizadas, mal, com graves consequências.

   Ninguém está no Futebol por amor à arte. Mas cuidado com as fogueiras, porque estas podem alastrar e depois pode não haver bombeiros que cheguem para apagar o fogo.

 

{#emotions_dlg.chat}Post 426

Estado de Alma: Bombeiro
Livro: A Liga da Chave Dourada
publicado por Lanzas às 19:07

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Quinta-feira, 10 de Novembro de 2011

"INFORMALIDADE" ...

 ... SIGNIFICA FICAR COM OS IMPOSTOS PAGOS PELOS CLIENTES! 

 

   A Associação de Hotelaria e Restauração (AHRESP) sublinhou no encontro que teve com os grupos parlamentares na Assembleia da Republica a sua disponibilidade para participar com os Serviços de Finanças numa campanha contra a "informalidade" no sector, bem como na participação de outras acções consideradas necessárias no combate a essa mesma "informalidade", em troca da manutenção  da actual taxa do IVA, com o argumento que dessa forma aumentará a arrecadação do imposto ao invés do que se irá verificar se o Governo persistir no aumento da respectiva taxa .

   Vamos por partes. "informalidade" quer dizer alguém fica com o dinheiro que os clientes pagam sobre a capa de IVA, com a agravante de tal conduta conduzir a uma diminuição de receitas em sede de IRC. A Associação sabe dessa "informalidade", que tem outro nome e outras consequências, e nada fez para a combater.

   Disponibiliza-se agora para o fazer em troca da não aplicação de um agravamento do imposto.

   Ora esta disponibilidade actual que naturalmente se louva, tem um condicionalismo: O imposto não aumentar. Porque, deduz-se, que se aumentar a "informalidade" manter-se-á, ou eventualmente aumentará.

   Apelidar a medida em discussão no Orçamento do Estado de tragédia, chacina, tiro no escuro, brutal, bomba atómica ou outra, é um direito, embora excessivo. É que se não houvesse tanta "informalidade" no sector, tal como noutras áreas da economia, se calhar não era preciso aumentar a taxa do IVA.

   Todos temos o direito de reclamar, mas para haver direitos têm de se cumprir as obrigações.

   Sobretudo entregar ao Estado um imposto que o cliente pagou.

   Alguém andou a meter a mão na panela, pelo vistos sem se queimar, e agora reclama porque o caldo está a ferver.

   Não é verdade meus senhores ?

 

{#emotions_dlg.chat}Post 416

  

 

Estado de Alma: Informal
Livro: Cem Maneiras de Fazer Licores
publicado por Lanzas às 09:57

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Segunda-feira, 7 de Novembro de 2011

SÃO ESCUTAS - ZÉ NINGUÉM

   O Jornal Correio da Manhã transcreve hoje parte do despacho do PGR sobre a recusa de investigar as escutas onde  estava envolvido o ex-Primeiro-ministro, que com a devida vénia se transcreve:

   "As provas reunidas apenas eram importantes ao nivel da ética política. O conteúdo de dezenas de produtos é a espaços, pouco abonatório do modo como se relacionam as elites económicas e financeiras, bem como do tipo de procedimentos utilizados na condução de actividades empresariais. É também elucidativo as ligações existentes entre as elites politicas e as elites empresarias ..."

   Há neste naco de prosa, se bem se entende, uma clara censura política ao principal governante na altura, mas que condicionalismos vários não permitiram que fosse tornada pública e consequentemente objecto de censura política dos eleitores. Não seria isso aquilo a que se chama Democracia?

   O sucedido leva-nos apenas e só a uma pergunta: Será que se aquilo que era censurável, e apenas conhecido por um numero muito restrito de pessoas, fosse do conhecimento geral as  actuais e futuras condições dos portugueses não seriam diferentes, para melhor, e não teria contribuído para se evitar o desastre do último ano de governação do anterior Governo e com isso o descalabro a que chegamos?

   Será que alguém sentirá hoje sobre si o peso de ter ajudado milhões de portugueses a viverem pior do que teria sido possível, e largos milhares a passarem fome, por não serem reveladas em tempo útil condutas inadequadas de responsaveis que contribuíram para o desastre económico e social onde nos encontramos mergulhados.

   Ou vivemos todos no melhor dos mundos?

 

 

{#emotions_dlg.chat}Post 413

Estado de Alma: Mal Escutado
Livro: Escuta Zé Ninguém!
publicado por Lanzas às 15:37

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