Quarta-feira, 8 de Junho de 2011

AGORA NÓS ... PAULO PORTAS

   Escrevemos antes das últimas eleições que a melhor solução para o País, face à grave crise económica que atravessamos, seria os dois principais partidos indicarem em conjunto o próximo Primeiro ministro que governaria Portugal num período de 3/4 anos, garantindo-lhe o necessário apoio parlamentar dos seus partidos para o cumprimento do Acordo celebrado entre a Troika e o Governo Português. Continuamos convencidos da bondade da solução, mas compreendemos a dificuldade pessoal para os líderes dos referidos partidos em apoiar essa mesma solução.

   Um queria ganhar porque no seu deslumbramento estava (estaria?) convencido que era a salvação de Portugal. Era um dos ungidos do Senhor que lhe tinha concedido a clarividência para ver além da crise. Crise, qual crise?

   O outro sonhava que se ganhasse as eleições, e por acaso ganhou, traria para o Governo a sabedoria dos escolhidos, que tornaria mais suave e risonho o caminho dos justos.

   Uma coisa é o óptimo, que como se sabe é inimigo do bom, outra coisa é o possível, e assim temos o que temos.

   Mas queremos, tal como fizemos antes das eleições, deixar uma palavra a Paulo Portas antes da formação do próximo Governo: Não faça pessoalmente parte desse Governo. O seu partido tem gente de sobra com qualidades e mérito para isso. Resguarde-se.

   As dificuldades que se anunciam para o próximo executivo são de tal monta e com um tal grau de exigência, que as personalidades que o integrarem não poderão, não deverão, ser distraídas com questões laterais à governação, e a sua passagem pelo Ministério da Defesa ainda não está digerida pela oposição. Admitimos perfeitamente que não existirá nada que possa manchar a sua reputação. Terá em seu poder, com certeza, toda a documentação com que justificará a sua conduta, mas existe um caso na justiça que ainda não chegou ao fim e onde o seu nome está envolvido. E isso não poderá ignorar.

   Entendemos que não será menos doloroso para Paulo Portas se não fizer parte do próximo Governo, do que seria para o anterior Primeiro ministro e para Passos Coelho auto excluírem-se para  em conjunto indicarem um nome para Primeiro ministro.

   Sabemos que dirá que quem não deve não teme. É verdade, mas já se ouve o ranger dos dentes dos seus adversários políticos e ainda a procissão não está formada, quanto mais no adro.

   Por si, pessoalmente, pelo meritório trabalho que tem desenvolvido no CDS, mas sobretudo por patriotismo faça esse sacrifício em nome de Portugal.

   O Tempo, o melhor mestre e o melhor aliado do homem, se encarregará, se a razão estiver do seu lado como acreditamos que esteja, de o recompensar.

   Houveram Grandes Homens, que depois de ganhar grandes batalhas, souberam renunciar às honrarias, ao poder e aos bens materiais simplesmente para continuarem a ser  Homens.

   Bastou-lhes terem ganho. Saiba seguir o exemplo.

 

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Estado de Alma: A apontar caminos
Livro: Sá Carneiro
publicado por Lanzas às 09:17

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Terça-feira, 7 de Junho de 2011

AGORA NÓS ... PEDRO PASSOS COELHO

   Meu caro Concidadão,

   Sabe com certeza que chegou a Primeiro-ministro do próximo Governo Constitucional, respaldado numa maioria significativa que lhe foi concedida pelo povo português num  claro voto de protesto e de rejeição pelo antigo Primeiro-ministro de má memória, que se encontrava absolutamente desgastado pela arrogância e demagogia patenteadas, que eram as suas imagens de marca, e pela absoluta incapacidade demonstrada para gerar consensos e governar responsavelmente e com verdade.

   Foram estas as razões pelas quais, mais do que  as credenciais que apresentou, embora tenha a seu favor o facto de ser seu o único programa eleitoral digno desse nome que foi apresentado e passível de ser discutido durante a campanha eleitoral, o que por certo lhe vai trazer importantes benefícios políticos no futuro, que o levaram ao poder.

   Perante esta situação está agora nas suas mãos mostrar a quem o elegeu, e até aqueles que apesar de tudo o que foi dito acima não votaram no seu partido, que tem mérito e que é capaz de trabalhar a sério, sem demagogia, sem mentira e sem arrogância em prol do futuro do nosso País.

   Por favor empenhe-se no trabalho. Escolha um equipa de gente séria e com competência. Estude os dossiers, procure soluções e consensos, e decida com sabedoria.

   Confirme aquilo que disse durante a campanha eleitoral e não substitua às cegas os boys do partido derrotado pelos boys do seu partido ou do partido com quem por certo se vai coligar. Utilize um critério único: Competência.

   Não ande permanentemente a calcorrear o País a inaugurar tudo o que é chafariz e rotunda e a visitar pela enésima vez as “empresas de sucesso”, que são normalmente empresas de regime, o que logo à partida deixa o povo de pé atrás.

   Tal conduta desprestigia e transmite a sensação de que não há nada de importante para fazer. O que não corresponde à realidade. De todo.

   Não aproveite todas as entradas e saídas, de e para, qualquer lugar ou evento para se pôr a jeito para as câmaras da televisão e de utilizar os jornalistas presentes para mandar recados para os partidos da oposição.   

   Foi degradante demais o espectáculo dado durante anos a fio pelo antigo Primeiro-ministro para que a dose se repita agora.

   Não multiplique as entrevistas às televisões. Fale pouco (muito pouco) mas acertado.

   E por favor não alinhe no espectáculo deprimente dos telepontos. “Só os tolos se deixam enganar com papas e bolos”.

   Tenha a capacidade intelectual e política indispensável para construir os entendimentos fundamentais com o partido com quem vai formar uma coligação de governo, mas tenha também a coragem necessária para conseguir os imprescindíveis consensos de regime com quem perdeu estas eleições. Os partidos  perduram, mesmo quando perdem, e o povo estima-os, sobretudo quando os maus dirigentes se vão finalmente embora. O momento é demasiado grave para que quem tem quase 1/3 do eleitorado fique de fora das decisões importantes para o futuro do nosso País.

   E finalmente não se preocupe com as sondagens durante os quatro anos do seu governo. Se no final tiver trabalho sério e resultados positivos para apresentar, o povo na sua inesgotável sabedoria terá isso na devida conta.

   Não tenha a menor dúvida.

   Felicidades.

 

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Estado de Alma: Expectante
Livro: A Grande Missão
publicado por Lanzas às 09:07

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Segunda-feira, 6 de Junho de 2011

AS SONDAGENS E OS RESULTADOS DAS ELEIÇÕES

   Na “Tasca do Botas”, seguiu-se com o interesse que o momento impunha o desenvolvimento da noite eleitoral, e consequentemente o apuramento dos resultados.

   Foi com natural satisfação que se  constatou o facto de  a chamada técnica do Garruda utilizada para o “palpite” que publicamos nas vésperas do dia das eleições, mais propriamente no dia 2, se ter revelado consistente com a realidade:

 

                      Resultado       Partido                   Palpite

                        38,6%           PSD                   38 a 41%

                         28,0%           PS                     29 a 32%

                         11,7%           CDS                   10 a 12%

                           7,9%           PCP                     7 a 9%

                           5,2%           BE                       6 a 8%

 

   Com efeito, o facto de as percentagens finais, em praticamente todos os casos, terem caído dentro do intervalo previsto de apenas três pontos, fez com que a distancia real apurada entre os dois principais partidos, 11,6%, estivesse contemplada nos números que havíamos indicado, em contraste com os empates técnicos que vinham sendo anunciados diariamente.

   Aliás, os tão anunciados empates técnicos colocam em cima da mesa o tema das sondagens efectuadas durante as campanhas eleitorais em geral e esta última em particular, com a inusitada persistência verificada de em quase todos os casos apontarem, até praticamente ao último dia, para um resultado, o empate técnico, que se mostrou completamente desajustado com a realidade, o que permite agora todo o tipo de interrogações e de insinuações.

   Será que as Casas de Sondagens viam alguma conveniência nesse tipo de resultado, o qual lhes permitiria desse modo manter o interesse pelos trabalhos que diariamente produziam, face à expectativa que criavam? Será que algum ou alguns partidos tinha interesse nesse tipo de resultados e pressionavam para que esse interesse se reflectisse nas sondagens?

   Era bom que alguém, entre os peritos que estudam as sondagens por dentro e por fora, se desse ao cuidado de se pronunciar sobre a matéria, para esclarecer os leigos como nós.

   Sabemos que nas Fichas Técnicas das sondagens publicadas está lá tudo escrito sobre as mesmas, e assim sendo está tudo correcto, e também sabemos que a sua qualidade técnica e deontológica é inatacável,  mas lá que se enganaram isso enganaram.

   Mas, verdade seja dita, só enganaram quem quis ser enganado.

 

{#emotions_dlg.chat}Post 345

Estado de Alma: Em trabalho de campo
Livro: Fantasia para 2 Coronéis e 1 Piscina
publicado por Lanzas às 16:18

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Domingo, 5 de Junho de 2011

O PESADELO TERMINOU

    Eram 20,01h  em Portugal Continental e na Madeira e 19,01h nos Açores, quando o País acordou de um pesadelo.

   Acabaram seis anos de Governo que deixaram o País exangue, à beira da bancarrota, sem crédito e sem expectativas.

   Foram 4 anos de "ditadura"! de uma maioria absoluta exercida sem contemplações para com os opositores, vencidos democraticamente nas urnas, mas tratados em publico como verdadeiros inimigos, e não como como adversários políticos cujas propostas deveriam também ser tidas em conta, como se a verdade estivesse exclusivamente omnipresente na cabeça de um iluminado.

   Quem foi adulto antes de 1974 sabia do que se tratava.

   Seguiram-se 2 anos de um governo sem qualquer rumo que conduziu o País para a bancarrota através de políticas absolutamente desadequadas, prosseguidas ao sabor dos ciclos eleitorais, com o aumento dos vencimentos dos funcionários públicos e diminuição de impostos em vésperas de eleições, em absoluto contra ciclo com o que se passava no resto da Europa e no Mundo. Como consequência dessas políticas tivemos um aumento devastador do desemprego, do défice público, da dívida soberana e dos juros da mesma, como nunca se havia assistido em Portugal.

   Feita a catarse o País tem de partir na busca de um novo rumo que lhe permita voltar a ter esperança, depois de corrigir os erros, e lutar contra o momento adverso que atravessamos, acreditando que os seus filhos vão ter um futuro melhor.

   O mar sempre foi o nosso destino. Depois de ultrapassado este Cabo das Tormentas a rota será com certeza de bonança.

   Sempre soubemos desvendar mundos ao mundo e superar as nossas dificuldades.

   Não vai ser diferente agora.

 

{#emotions_dlg.chat}Post 344 

Estado de Alma: Crente
Livro: Ensaio sobre a Lucidez
publicado por Lanzas às 20:40

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Sábado, 4 de Junho de 2011

EM REFLEXÃO

 

   * Adaptação da frase "nós pega o peixe" constante do Manual de Língua Portuguesa " Por Uma Vida Melhor" distribuído pelo Ministério da Educação do Brasil a cerca de 500.000 estudantes do ensino médio.

    O Acordo Ortográfico no seu melhor.

 

{#emotions_dlg.chat}Post 343

Estado de Alma: A Reflectir
Livro: Reflexões da Vida
publicado por Lanzas às 11:57

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Sexta-feira, 3 de Junho de 2011

ELEIÇÕES ...

   ... Porque quem não vota em quem quer, corre o risco de votar em quem não quer ...

          VAMOS TODOS VOTAR !

{#emotions_dlg.chat}Post 342

Estado de Alma: Eleitor
Livro: Peregrinação Interior
publicado por Lanzas às 22:57

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Quinta-feira, 2 de Junho de 2011

PORTALEGRE, GARRUDA , OS PALPITES E AS ELEIÇÕES

   ... Em Portalegre, dizia, / Cidade onde então sofria / Coisas que terei pudor / De contar seja a quem for ..., pelos idos de 50 era grande a rivalidade entre os dois Clubes de futebol da Cidade, o Estrela mais representativo do operariado e gente do campo, e o Desportivo mais virado para a intelectualidade local e a média burguesia.

   Existia igualmente à época uma figura "curiosa" da terra o Garruda, que em dias de derby local, resumia desta forma singela o seu palpite para o resultado do jogo: Cá p'ra mim o "Estrulinha", era a sua forma de se referir ao seu Estrela, ou perde, ou ganha ou empata.

   Baseado nesta fórmula genial de palpitar ; na análise das sondagens diárias publicadas por tudo o que é jornal, rádio ou televisão; do que se diz na "Tasca do Botas", e nos méritos (poucos) evidenciados pelos contendores, aqui deixo o meu palpite para o resultado das eleições de 5 de Junho:

                 PSD - 38 a 41%; PS - 29 a 32%; CDS - 10 a 12%;

                 PCP - 7 a 9%; BE - 6 a 8%

   Domingo à noite cá estarei a comentar os resultados e os meus palpites.

 

{#emotions_dlg.chat}Post 341

Estado de Alma: Palpitador
Livro: A Arte da Prudência
publicado por Lanzas às 09:17

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Quarta-feira, 1 de Junho de 2011

PONTOS DE VISTA

 

{#emotions_dlg.chat}Post 340

Estado de Alma: Sobrevivente
Livro: Como o Estado Gasta o Nosso Dinheiro
publicado por Lanzas às 09:07

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Sábado, 28 de Maio de 2011

O FUTEBOL E A POLÍTICA

   Todos nós com maior ou menor frequência utilizamos frases feitas, trocadilhos e metáforas, com mais ou menos oportunidade, com mais ou menos piada, com mais ou menos sabedoria.

   Os políticos, especialmente em épocas de "caça aos patos", que é como quem diz  de caça aos votos dos eleitores durante as campanhas eleitorais, utilizam abundantemente tais jogos de palavras.

   Paulo Campos, cabeça de lista do PS pela Guarda, e Secretário de Estado Adjunto, das Obras Públicas e das Comunicações do defunto Governo de José Sócrates, fez esta semana uso desta brilhante tirada num comício do PS: "Nenhum presidente de um clube de futebol escolheria para ser treinador quem não tem experiência e não tenha resultados".

   Do alto da sua sapiência Jorge Nuno Pinto da Costa deve ter sorrido condescendente.

   É de todos sabido que José Mourinho, André Villas Boas e Pepe Guardiola, por exemplo, eram treinadores altamente experientes e com um enorme rol de títulos ganhos, antes do Barcelona e do F.C.Porto os terem contratado.

   Era conhecido que Paulo Campos em matéria de Comunicações a única coisa que sabia era nomear um Administrador que para exercer o cargo prestou " falsas informações ao Banco de Portugal (BdP) ao garantir por escrito ser «licenciado em Economia», quando, na realidade, nunca completou o curso de Economia do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG) da Universidade Técnica de Lisboa".

   Ficamos agora a saber que de futebol também não percebe nada.

   É apenas um detalhe.

 

{#emotions_dlg.chat}Post 336

Estado de Alma: Treinador
Livro: Administração de Empresa
publicado por Lanzas às 23:07

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Sexta-feira, 27 de Maio de 2011

O PSD NÃO QUER GOVERNAR PORTUGAL (II)

   Ontem publicamos aqui no LANZAS um Post com o titulo em epígrafe, no qual desenvolvemos a ideia de estar o PSD a criar todas as condições para não ganhar as próximas eleições do dia 5 de Junho, e com isso libertar-se da obrigação de formar Governo, ou até de participar num Governo de coligação como tem sido aconselhado a fazer por individualidades de todas os quadrantes políticos e sociedade civil, nomeadamente o Presidente da Republica Cavaco Silva e incluindo os antigos Presidentes da Republica Mário Soares, Jorge Sampaio e Ramalho Eanes.

   Hoje o assunto é retomado no Correio da Manhã por Constança Cunha e Sá que  na coluna Causas e Consequências escreve um artigo intitulado "O Alvo Errado" onde afirma textualmente: "Pelo que se vai vendo, o PSD parece estar a fazer tudo o que pode para conseguir perder estas eleições".

   E a realidade é que parece que o PSD não quer mesmo ganhar as eleições do próximo dia 5 de Junho, pois iindependentemente de as sondagens continuarem a referir que se mantém um empate técnico entre os dois principais, a verdade é que 70% dos inquiridos refere não querer José Sócrates como próximo PM, mas nem assim se coíbem de praticar uma série de erros comprometedores que põem em causa a sua vitória.

  E paira no ar a questão seguinte: Será que se tivesse sido o PSD a estar no governo durante os dois últimos anos e tivesse cometido todas as asneiras que o governo de José Sócrates  cometeu e se este estivesse agora a candidatar-se a estas eleições como líder da Oposição, as sondagens não estariam neste momento a dar-lhe uma maioria absoluta?

   Já se sabe que é tudo uma questão de demagogia, mas uma posição mais coerente por parte do PSD não seria de descartar.

   Para quem quisesse ganhar eleições, já se vê.

 

{#emotions_dlg.chat}Post 335 

  

Estado de Alma: Com dúvidas
Livro: Casa Dividida
publicado por Lanzas às 15:37

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