Sexta-feira, 1 de Abril de 2011

PORTUGAL DOS PEQUENINOS

   Não foi surpresa, nem estava escrito nos astros. Era apenas uma questão de tempo. O défice de Portugal em 2010 foi corrigido para 8,6% um valor bastante superior "ao  valor claramente inferior a 7%" adiantado pelo por José Sócrates e Teixeira dos Santos nos seus melhores momentos de delírio na Assembleia da Republica, furando assim a meta prometida ao País, à Comissão Europeia e "aos mercados".

   Não altera as nossas contas, nem devemos mais dinheiro face a esta correcção, trata-se apenas como tantas vezes temos dito, à semelhança aliás de tantos outros, da forma como os números são apresentados, isto é: distorcidos, deturpados, adulterados, manipulados, maquilhados ou sustentados em qualquer manigância para ficarem mais ao jeito de quem os publicita.

   Surpresa é a procura desenfreada dos actuais membros do Governos em querer sacudir a água do capote revelando bem da inconsistência de quem nos tem vindo a governar.  Para Teixeira dos Santos "O Governo não tem legitimidade, nem condições, nem poder, nem a credibilidade necessária para poder merecer a confiança das instituições internacionais que nos podem ajudar". Nunca teve.

  E acrescentou Teixeira dos Santos: "Por isso mesmo o Governo não tem condições para assumir compromissos em nome do país", pelo que "a única entidade que neste momento pode assumir esses compromissos em nome do país é o senhor Presidente da República".   

   Como se fosse ao Presidente da Republica e não ao Governo em funções, mesmo de gestão, que cabe dirigir os destinos do País.

   Era bom que quem está de saída e tão maus serviços prestou a quem neles confiou se recordasse de uma frase lapidar:

   É NOS MAUS MOMENTOS QUE SE VÊM OS GRANDES HOMENS.

   Por favor não sejam pequeninos.

 

Post 286

Estado de Alma: De taxa arreganhada
Livro: Um Adeus aos Deuses
publicado por Lanzas às 09:47

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Sexta-feira, 14 de Janeiro de 2011

Os Manos VII

 

Post:204

Estado de Alma: Ambientado
publicado por Lanzas às 10:29

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Sexta-feira, 7 de Janeiro de 2011

OS MANOS V

Post: 196

Estado de Alma: Endividado
publicado por Lanzas às 09:48

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Quinta-feira, 6 de Janeiro de 2011

OS MANOS IV

 

 

Post: 195

Estado de Alma: De luto
publicado por Lanzas às 14:57

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Quarta-feira, 5 de Janeiro de 2011

Os MANOS III

 

Post: 194

Estado de Alma: Ao telefone
publicado por Lanzas às 10:30

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A LIÇÃO

   O Prof. Daniel Bessa no jornal "Expresso" de sábado passado explicou em duas penadas e meia dúzia de linhas uma evidência que estou convencido a esmagadora dos portugueses desconhecia, tal como eu, porque ninguém tinha explicado.

   A saber: A nossa dívida liquida é cerca de 180 biliões de euros (105%) do PIB e corresponde à diferença entre o que devemos e o que nos devem a nós.

   Ou seja é a diferença entre os 505 biliões de euros que devemos  (294% do PIB), e os 325 biliões que nos devem.

   Só que o permanente agravamento dos prémios do risco da dívida portuguesa incide sobre a totalidade da dívida e não sobre a dívida liquida.

   Portanto o que temos a pagar é muito superior ao que se anuncia.

   Os portugueses em geral, podem ser leigos em muitas matérias, mas não são estúpidos, assim haja quem lhes explique.

   Tal era um dever elementar do Governo, e não passar a vida a camuflar situações e a empurrar a crise com a barriga.

   É que um povo esclarecido está mais disposto a colaborar

   Obrigado, Professor.

 

Post: 193

Estado de Alma: Negativo
Livro: Estado da Negação
publicado por Lanzas às 09:14

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Terça-feira, 4 de Janeiro de 2011

OS MANOS II

  

 

Post:192

Estado de Alma: De calças na mão
publicado por Lanzas às 09:51

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Segunda-feira, 3 de Janeiro de 2011

OS MANOS I

 

Post: 191

Estado de Alma: Contente
publicado por Lanzas às 10:50

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Sábado, 1 de Janeiro de 2011

AS PRESIDENCIAS. OS CANDIDATOS. OS DEBATES

   Ao considerar que o Deputado da Assembleia Regional da Madeira José Manuel Coelho, conhecido como "O Andorinha", sósia de Tiririca o palhaço brasileiro recém eleito Deputado pelo Estado de S. Paulo, reunia as condições necessárias para se candidatar à Presidência da Republica o Tribunal Constitucional colocou a descoberto aquilo que todos sabemos existir em Portugal: Cidadãos de Primeira, Segunda e Terceira.

   Sem que se vislumbre um mérito especial na sua candidatura, o que acontece aliás na maioria das restantes, o facto é que numa tentativa de enredar Cavaco Silva os candidatos, com o apoio mais ou menos discreto dos canais de Televisão, forçaram a realização de debates entre eles na chamada fase pré-eleitoral, deixando "O Andorinha" sem a possibilidade de confrontar as suas opiniões e posições politicas, por muito controversas que sejam, com a dos restantes candidatos.

   Em termos de democracia estamos conversados.

   Tendo sido noticiado ontem que Defensor de Moura, Fernando Nobre, Francisco Lopes, Manuel Alegre e Cavaco Silva, por esta ordem, serão entrevistados na RTP na próxima semana (Será que a RTP considera ser esta a ordem da votação?), então estamos esclarecidos.

   Só fala quem a RTP deixa. Não é por  acaso que  recebe uns largos milhões de Euros do Governo. É por isto e por outras parecidas.

   E os portugueses que se revêem em José Manuel Coelho, tal como os 1.383.520 eleitores de S.Paulo se reviram em Tiririca, não têm o direito de ouvir o seu candidato?

   E a Comissão Nacional de Eleições, o Tribunal Constitucional e os restantes Candidatos não têm nada a dizer sobre a matéria?

   Será que são todos surdos, cergos e mudos?

 

Post: 188

 

Estado de Alma: Debatido
Livro: A Jangada de Pedra
publicado por Lanzas às 10:08

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Sexta-feira, 31 de Dezembro de 2010

BOM 2011

 

   Diz o povo que é nos maus momentos que se descobrem os grandes homens.

   Portugal não precisa de um desconhecido que chegue num dia de nevoeiro para nos assobiar aos ouvidos.

   Precisa, isso sim, de encontrar um conjunto de homens  bons, com a capacidade de deixar o seu nome ligado à recuperação da dignidade de ser português.

   Se tivermos essa felicidade será UM BOM 2011.

   Se não for o caso continuaremos a hipotecar as novas gerações que um dia, replicando Egas Moniz, terão de se apresentar a um qualquer FMI de baraço ao pescoço, chorando de raiva e vergonha pelos antepassados que os levaram aquela situação.

   Mereceremos ser felizes se tomarmos o destino nas nossas mãos.

 

Post: 187

Estado de Alma: Expectante
Livro: A Lampada de Aladino
publicado por Lanzas às 09:43

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