Terça-feira, 23 de Agosto de 2011

O TGV OUTRA VEZ

   Pertencemos ao elevado número de portugueses para quem não existe grande diferença entre serem governados pelo PS ou pelo PSD. Embora existam algumas diferenças programáticas entre os dois partidos, elas esbatem-se de forma acentuada face às conjunturas, aos ciclos económicos e à capacidade de quem a cada momento está no poder.

   Pertencemos também ao elevado número de portugueses que face à politica de um ex-Primeiro ministro, sem qualificação para o cargo, descredibilizado e sem uma política que desse um mínimo de esperança aos portugueses, virado para uma confrontação verbal permanente com a oposição e para uma despropositada propaganda ilusória (pelo menos), apostou numa alteração do quadro político vigente, tal como já o havia feito anteriormente mas em sentido inverso, quando o PSD face à "fuga" do seu então Primeiro Ministro eleito, arriscou na sucessão do mesmo sem ir a votos, com as nefastas consequencias conhecidas que daí advieram.

   Desta vez, para além das questões de forma, sempre importantes em política, existiam igualmente outras nomeadamente a continuação de obras faraónicas, que oportunamente aqui criticamos e apelidamos de obras do regime, tais como a construção do TGV e do Novo Aeroporto de Lisboa, que impunham uma mudança de rumo.

   Não discutimos na altura, nem agora, a importância de estarmos ligados à rede transeuropeia de transportes, nem a conveniência de construir um Novo Aeroporto que evite a canibalização das viagens aéreas por parte dos aeroportos espanhóis.

   Discutimos sim a oportunidade do lançamento de tais obras.

   Portugal está na situação de um cidadão que sabe ser um determinado medicamento importante para a manutenção da sua qualidade de vida, mas como a reforma ou o salário não chegam para o comprar resignam-se a não o tomar, com as consequências negativas que daí advém.  E isto não é demagogia. Basta falar com alguém ligado ao ramo farmacêutico, para se ouvirem histórias de pasmar.

    Julgávamos que essa megalomania estava por agora ultrapassada, porém com o avolumar das notícias avulso que vão "pingando" aqui e ali, as quais dão conta que o actual Governo se prepara para dar continuação à construção do TGV, neste momento um investimento ruinoso para os portugueses, depois de se ter oposto, enquanto oposição na anterior Legislatura, de forma frontal à sua construção  e ter feito uma campanha eleitoral durante a qual a suspensão dessa obra, tal como a do Novo Aeroporto, foi uma das principais bandeiras, é de antever o pior.

   Com efeito, e caso tal venha a acontecer trata-se de uma verdadeira VIGARICE política, que merece o mesmo repúdio que  mereceu a assinatura dos contratos para execução da obra, sem o visto do Tribunal de Contas, por parte de um antigo Ministro das Obras Públicas, cujo nome desconhecemos, para tornar a sua construção irreversível ou então proporcionar chorudas indemnizações às empresas envolvidas, e isto a poucos meses de eleições.

   Já tinhamos ficado de pé atrás com o actual Governo, que quando do lançamento do Imposto Extraordinário (vulgo corte do Subsídio de Natal) isentou os investidores financeiros do pagamento do mesmo, na senda aliás do que havia feito o anterior governo ao permitir a antecipação da distribuição de dividendos, sem que os mesmos fossem taxados, deixando no ar um sentimento de que afinal tudo continua como dantes, excepto para os mais pobres que pagam mais impostos.

   Ficamos atentos, aguardando pelo final de Setembro quando serão definitivamente decididas, dizem do Governo, as políticas em matéria de transportes.

   Espero sinceramente, tal como centenas de milhar de portugueses, não ser enganado.

   É que mesmo em política há um linha de credibilidade que não deve ser ultrapassada. Para não serem todos iguais.

 

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Estado de Alma: Agoniado (quase a vomitar)
Livro: Brevissimo Inventário
publicado por Lanzas às 13:27

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Segunda-feira, 20 de Junho de 2011

FERNANDO NOBRE - CHUMBADO

   Aviso aos leitores: Este Post fica escrito para "memória futura", porque em política não há memória curta, e nessas circunstancias começou hoje o fim do  ACORDO POLÍTICO DE COLABORAÇÃO ENTRE O PSD E O CDS/PP PARA O ESTABELECIMENTO DE UM PROJECTO POLÍTICO DE LEGISLATURA.

  Como diria o outro Pedro, o Santana Lopes, está escrito nas estrelas.

   Com efeito a candidatura de Fernando Nobre à presidência da Assembleia da República foi chumbada na primeira volta, tendo obtido apenas 106 votos a favor, 101 brancos e 21 nulos. O candidato teve então menos dois votos que o número de deputados do PSD e menos dez necessários para a eleição, e voltou a ser chumbada na segunda volta, com um resultado praticamente igual. Começou mal Passos Coelho. É uma derrota pessoal com repercussões futuras.

   Pode dizer-se agora em abono da verdade que qualquer solução que venha a ser encontrada será sempre uma má solução.

   O CDS, que teve toda a legitimidade para votar contra, pois tinha anunciado esse desiderato ainda durante a campanha eleitoral, levou longe de mais a vontade de Paulo Portas, o que vai deixar marcas indeléveis que mais tarde ou mais cedo virão ao à superfície.

   A situação é a mesma que se verifica quando num casamento um dos cônjuges pratica o adultério. Pode ser perdoado, mas nunca será esquecido. E quando houver uma discussão mais séria sobre qualquer assunto importante este episódio nunca deixará de vir a lume.

   Digamos que o Acordo do Governo está condenado e ainda não temos Governo.

   Quando são as novas eleições?

 

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Estado de Alma: Estupefacto
Livro: Cirurgião de Batalha
publicado por Lanzas às 18:07

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Segunda-feira, 16 de Maio de 2011

PORTUGAL, A DÍVIDA E AS SUAS CIRCUNSTÂNCIAS

   Tal como para o filósofo José Ortega y Gasset (1883-1955), "cada homem é ele e a sua circunstância", também Portugal é a Dívida e as suas circunstâncias.

   Perante o descalabro que eram, e são,  as nossas contas públicas, é evidente que teve de ser feito um ponto de ordem à situação vivida

. Para que a história o registasse e para que seja possível começar uma nova caminhada, mas tal como perante os dramas nas nossas vidas privadas, não podemos, nem devemos, esquecer mas também não podemos estar permanentemente a evocar o sucedido.

   Tendo hoje os Ministros das Finanças da União Europeia dado luz verde definitiva ao pacote de ajuda a Portugal, no valor de 78 mil milhões de euros, uma nova fase das nossas vidas vai agora começar. Deixamos de estar, enquanto País, com o credo na boca para pagar as contas de "mercearia", como qualquer mortal que vê aproximar-se inexoravelmente o dia oito e não tem o dinheiro para pagar a renda de casa, embora nos tempos actuais isso seja menos gravoso do que antigamente quando o espectro da vergonha que tal representava era muitas das vezes um drama com desfechos imprevisiveis. Agora  o senhorio depois de recorrer para os Tribunais, terá sempre à sua frente  pelo menos um anito sem receber a renda. Garantidamente. Então o inquilino partirá para outra, e haverá sempre outro senhorio menos escaldado que embarcará.

   Se vivêssemos num País devidamente informado, com uma liderança forte, intelectual e politicamente honesta, não seria definitivamente alarmante o estado a que nos conduziram e em que nos encontramos mergulhados. Seria possível reverter a situação.

   O drama é que, por agora, andamos entretidos com as eleições e assim vamos continuar por mais três semanas, mas quando estas acontecerem e por aquilo que as sondagens indiciam vamos dar inicio a mais um deplorável capítulo  da nossa História. Com os dois principais partidos empatados com uma votação  na ordem dos 32/33 % e o CDS na perspectiva de ter votos suficientes para  fazer "pendant" com qualquer deles, nada de bom se perspectiva, pois não são visíveis soluções duradouras que nos permitam cumprir as exigências decorrentes de um Acordo duro, difcil de cumprir, que vai suscitar protestos, greves, manifestações e sei lá que mais.

   Admitimos que a primeira "tranche" do empréstimo venha, mas quanto às seguintes, pendentes do cumprimento de objectivos rigorosos, suscitam-se profundas reservas.

   Porventura vai ser preciso "inventar" uma qualquer nova fórmula de Governo. Mas cuidado pois poderá ser aberta uma caixa de Pandora.

   Com resultados imprevisíveis.

 

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Estado de Alma: Endividado
Livro: Bairro da Lata
publicado por Lanzas às 22:16

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Sexta-feira, 6 de Maio de 2011

OS DEUSES DEVEM ESTAR LOUCOS

   É sabido que os eleitores são os Deuses dos políticos. São eles, os Deuses, que lhes oferecem as suas prebendas (os votos), lhes dão ou retiram notoriedade, validam ou não as suas políticas.

   É pois no mínimo estranho que após seis anos de uma política errónea, concebida para ser executada de acordo com os calendários eleitorais, por um Primeiro ministro que notoriamente não reúne condições para o cargo (são conhecidas e relatadas amiudadamente na imprensa os seus ataques de fúria durante os quais  OVI's - Objectos Voadores Identificados, vulgo telemóveis, executam vistosas mas arriscadas trajectórias no céus dos gabinetes) e cuja forma de estar na política pode ser considerada de dissimulada, pois é arrogante e prepotente quando se encontra em superioridade numérica, e supostamente humilde quando essa superioridade desaparece, mas sempre vingativo e pronto para denegrir na primeira oportunidade, os inimigos, leia-se adversários políticos; as sondagens publicadas hoje pela imprensa, a um mês das eleições que se vão nomear os Gestores do Acordo para os próximos anos coloquem o partido de José Sócrates com uma vantagem de 2% face ao Partido de Pedro Passos Coelho.

   Isto apesar de 74% dos Deuses acharem que o actual Governo é mau ou mesmo muito mau, o que não admira, pois para executar uma política de combate eleitoral permanente José Sócrates tinha de se rodear de Ministros de 2ª ou mesmo 3ªs. linhas, alguns dos quais  nem no Arrentela tinham lugar, ou boys do partido sem capacidade de imporem o que quer que seja e suficientemente "maleáveis" para abanarem com a cabeça a tudo o que o lhes era imposto, o que sobretudo no 2º. mandato foi notório, com algumas honrosas excepções, nomeadamente de Luís Amado um paradigma de independência face ao Grande Líder, e apesar de tudo Teixeira dos Santos, embora este com um percurso político mais sinuoso, que a sua carreira académica e profissional não fazia crer ser possível.

   Ora uma política destas tinha necessariamente de acabar em tragédia. Foi o que aconteceu. Apesar de se ter conseguido um bom Acordo, face às circunstâncias, com o FMI/UE/BCE, a sua implementação tem enormes custos e comporta pesados sacrifícios para a generalidade dos portugueses, mas particularmente para os mais necessitados.

   Por isso mesmo e face às sondagen publicadas os Deuses, ou seja o eleitores, devem mesmo estar loucos.

   Esperemos que se curem a tempo de evitarem outra catástrofe.

 

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Estado de Alma: Louco, como os Deuses
Livro: Os Deuses que Fizeram o Cé e a Terra
publicado por Lanzas às 15:12

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Sexta-feira, 22 de Abril de 2011

E A AVESTRUZ SOU EU ?

 

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Estado de Alma: No areal
Livro: As Prodigiosas Vitórias da Psicologia Moderna
publicado por Lanzas às 10:15

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Sábado, 2 de Abril de 2011

ELEIÇÕES, PARA QUE VOS QUERO?

   Com o inicio da pré-campanha eleitoral, começaram já a publicar-se  sondagens acerca dos próximos resultados eleitorais. Os resultados publicados tem-se mostrado previsíveis e próximos daqueles que o comum dos cidadãos pode admitir.

   O PS tem mantido previsões sempre à volta dos 30%, ou um pouco mais. Pode até eventualmente vencer as eleições, mas nunca com maioria absoluta. Consegui-la seria a maior surpresa destas eleições e a reabilitação política de José Sócrates, cenário este só admitido, eventualmente, pelo próprio e pelo seu círculo restrito de "compagnons de route".

   Por outro lado, o PSD tem atingido valores pouco acima dos 40%. É opinião quase unânime dos analistas, comentadores e outros observadores que deverá ganhar as próximas eleições, podendo ou não atingir a maioria, com ou sem a "muleta" do CDS.

   Ora esta análise simplificada das previsões possíveis leva-nos para outro aspecto, e mais importante, da nossa vida política. Qual o Governo que vai sair das próximas eleições ?

   Muitas, e sensatas, são as opiniões de que um Governo que incluisse os três Partidos que têm feito parte do chamado "arco governamental", seria o mais indicado nesta fase crucial que a economia e finanças do País atravessam. A última personalidade a pronunciar-se  nesse sentido foi o Dr. Almeida Santos. Parece até  existir um consenso generalizado sobre a matéria, e  a Arqª. Helena Roseta quando afirma ser António Costa  uma boa alternativa a José Sócrates, está a escrever o epitáfio deste, e a abrir uma porta para um tal cenário.

    No entanto parece ser este um cenário descartável na justa medida em que  António Costa, manifestamente aponta mais longe: A Presidência da Republica em 2016.

   Mas voltando ao tema do próximo Governo e admitindo que só um Governo de Unidade, de Salvação, ou com qualquer outro nome, mas com o mesmo desiderato, pode conduzir a uma solução minimimamente estável para o País, e tendo essa solução sido viável no quadro da antiga Assembleia da Republica, não fora José Sócrates, pergunta-se o porquê da ansia deste em manter-se agarrado ao poder. Será que José Sócrates sabe de algo que só estando no Governo está em condições ocultar ao povo português? Vamos esperar para ver.

   Porém já que o não fez em tempo oportuno, porque não fazê-lo agora, aproveitando um bom exemplo, finalmente, vindo de Espanha através de José Luiz Zapatero o qual anunciou  não se recandidatar à presidência do Governo nas eleições gerais de 2012. 

   Porque temos de esperar que José Sócrates seja entronizado no próximo fim de semana como Secretário Geral do PS, quando este partido já procura  soluções alternativas credíveis para depois da próximas eleições se como é previsivel as perder, para então se demitir e abrir espaço a uma sucessão no partido e espaço a uma solução credível para o País.

   Sabe-se que a Democracia é o menor dos males em politica. Mas há limites para tudo.

 

Post 287

  

Estado de Alma: A Fazer contas
Livro: Candido
publicado por Lanzas às 17:05

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Quarta-feira, 30 de Março de 2011

O SENHOR MINISTRO DA JUSTIÇA E ESPOSA

   O Ministro da Justiça, Alberto Martins, revogou ontem o despacho que tinha autorizado o pagamento à sua mulher, Maria Correia Fernandes, de 72 mil euros  por acumulação de funções em dois serviços do Ministério Público, apesar dos pareceres contrários da hierarquia do Ministério a esse pagamento e de ainda não haver na altura uma decisão do TAF do Porto, onde corria um processo sobre o assunto. Fê-lo logo após ter recebido o resultado do processo de averiguações sumárias que solicitou à Inspecção-geral dos Serviços da Justiça e que aponta para a "invalidade" dos despachos do ex-secretário de Estado da Justiça, João Correia.
   O Ministro da Justiça promoveu este inquérito e fez este anúncio na sequência de notícias divulgadas pela imprensa sobre o assunto.

   Assim sendo, apesar de tardio, o despacho do Ministro da Justiça é de realçar e merece que se lhe tire o chapéu, isto apesar de algumas inquietações, que gostaríamos de formular: 

 1 – O Senhor Ministro não sabia do recebimento de tão avultada importância por parte da esposa?

 2 – Se sabia, face à máxima de César “não basta ser também se deve parecer”, não deveria ter averiguado na altura desse recebimento, da sua linearidade?

 3 – Sem as notícias publicadas na imprensa, e se não estivéssemos em campanha eleitoral teria sido este o comportamento?,

apesar das quais o Senhor Ministro merece, pelo menos, o benefício da dúvida.
   Quanto ao ex-secretário de Estado da Justiça, João Correia, que considerou a averiguação pedida pelo Ministro Alberto Martins, quando o assunto veio a lume na imprensa, um “acto irracional motivado pelo medo” e garantiu que “foi tudo feito dentro da legalidade e baseado em três pareceres”, um deles do auditor jurídico do Ministério da Justiça, em que ficamos?

 1 - É ou não legal o seu despacho?

 2 - Se sim, porque o revogou o senhor Ministro da Justiça?

 3 - Se não é fica tudo como está?

   É que isto está a passar-se no Ministério da Justiça. Que deveria servir de exemplo.

 

Post 284

Estado de Alma: Na expectativa
Livro: Contos à Moda do Porto
publicado por Lanzas às 15:40

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Domingo, 27 de Março de 2011

EDUCAÇÃO ... AVALIAÇÃO ... CONDENAÇÃO!

   A Ministra da Educação afirmou ontem em declarações públicas que a revogação da reavaliação dos professores foi "um momento triste da vida parlamentar", acrescentando igualmente  que se trata de "um acto a todos os títulos condenável".

   Aceita-se que possa ter sido um momento triste para quem defenda, eventualmente com convicção, como a senhora Ministra que a avaliação nos termos em que estava a ser efectuada era um modelo correcto.

   Quanto ao facto de ser um acto a todos os títulos condenável, mais devagar. Tem a legitimidade de ser emanado de um órgão em que todos os titulares foram eleitos, e não nomeados, e faz sentir quanto custa a todos aqueles que pertencendo a um governo democraticamente eleito e com legitimidade para o fazer tomam as medidas que entendem como a mais correctas, mas que vão contra a vontade da maioria daqueles para quem as mesmas são destinadas, e que em tempo oportuno as consideraram "um acto a todos os títulos condenável".

   Somos dos que estão, e sempre estiveram, a favor da avaliação dos professores, bem como de todos, mas mesmo de todos os funcionários públicos, tendo ainda a seu crédito o facto de ter incentivado familiares directos a submeterem-se a aulas assistidas voluntárias, mas discordamos frontalmente a que professores sejam avaliados por outros professores da mesma escola.

   Para que a avaliação possa ser considerada como um indicador de progressão na carreira, com influência directa na remuneração de quem é avaliado, terá de existir um corpo de avaliadores independentes. É o mínimo dos mínimos.

   Sem isso será sempre posta em causa a idoneidade de quem avalia, face à limitação do numero de classificações "Excelentes" e "Muito Bons" disponíveis,  as únicas que permitem uma progressão mais rápida na carreira.

   Somos dos que têem a opinião que estas classificações estão guardadas para serem distribuidas discricionariamente, o que torna esta avaliação, muitas das vezes, "um momento triste da vida" ... dos professores.

 

Post 280

Estado de Alma: Condenado
Livro: Mágoas da Escola
publicado por Lanzas às 18:35

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Sexta-feira, 11 de Março de 2011

NUM PAÍS ONDE SE CONFUNDE ...

     ...                                                        

          DETERMINAÇÃO            com   INDELICADEZA

          FORÇA DE VONTADE     com   TEIMOSIA

          CULTURA                      com   VAGOS CONHECIMENTOS

          INTELIGÊNCIA               com   ACESSO Á INFORMAÇÃO

          FORMAÇÃO SUPERIOR   com   DIPLOMA DE CURSO

          HUMOR                         com   A TUA TIA

 

NÃO HÁ FUTURO NEM ESPERANÇA. PENA É QUE SEJA PORTUGAL.

 

Post 261

Estado de Alma: Confundido
Livro: Difícil é Educá-los
publicado por Lanzas às 09:46

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Quinta-feira, 10 de Março de 2011

O QUE ELES PENSAM

Fotomontagem: João Portalegre

 

Post 260

Estado de Alma: Humorista
Livro: A Cosmética do Inimigo
publicado por Lanzas às 14:15

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