Terça-feira, 21 de Janeiro de 2014

Marcelo, Santana e o Candidato que já não é, antes de ser

publicado por Lanzas às 10:47

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Segunda-feira, 20 de Janeiro de 2014

Marcelo, Passos e o Candidato que já não é, antes de ser!

Estado de Alma: a bater palmas
publicado por Lanzas às 13:27

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Quarta-feira, 13 de Junho de 2012

MIGUEL SOUSA TAVARES E O REFERENDO À MADEIRA

   Já temos escrito aqui neste blogue, que nem sempre estamos de acordo com as posições de Miguel Sousa Tavares. Por exemplo a conhecida aversão, eventualmente com razão, que tem à internet, e ao seu povo, como chama a quem aproveita um espaço disponível para dar a conhecer, de borla, (não se recebe nada pela opinião expressa, mas também não se paga) a sua opinião, e isto porque há neste universo, pessoas correctas e outras incorrectas a escrever, como há noutros meios de comunicação. Mas isso não vem agora aqui ao caso.

   Face à posição de MST sobre a internet este post nunca  será lido por ele, exactamente porque está na internet, mas de qualquer forma, já que está escrito, vou publicar.

   Li com atenção a entrevista concedida a Mafalda Anjos e Miguel Cadete a propósito do seu novo livro, que reune "escritos políticos dos últimos sete anos", publicado na Revista do Jornal Expresso de 26 de Maio. É uma óptima entrevista, na linha de alguns dos seus escritos, porque outros, estarão eventualmente desajustados à realidade, mas isto é só a minha opinião. 

   Porém há um assunto inserido nas suas "25 ideias inconvenientes, tiradas polémicas ou causas perdidas" que me mereceram uma profunda reflexão: "Devíamos dar a independência à Madeira. Durante muitos anos indignava-me com as ameaças de independência (e algumas coisas que escreveu sobre o assunto foram mesmo bastante fortes, se bem lembro), mas hoje, eu (MST) enquanto continental e pagador de impostos, sou defensor da independência da Madeira. Quero um referendo ...".

    JÁ SOMOS DOIS!

   Portanto o desafio que aqui deixo é muito simples. Encabece, com a sua notoriedade, e com a sua natural capacidade de acesso aos meios de comunicação, e aproveitemos o que de bom a internet tem, para tentar reunir as assinaturas necessárias, para se conseguir o referendo. 

   E aqui não há anonimatos. É preciso Nome, BI, e assinatura.

   Com o seu empenho, se calhar, conseguimos mesmo recolher as assinaturas necessárias.

   É a democracia, no seu melhor.

   E atenção, que se não fizer nada, vai sobrar aquela coisinha da coerência, da qual o Frei Tomás é o expoente nmáximo.

   Vamos a isso?

 

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Estado de Alma: A referendar
Livro: Cem Poemas de Sophia
publicado por Lanzas às 11:47

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Quinta-feira, 8 de Março de 2012

VITOR GASPAR O NOVO SALAZAR

   Com o devido respeito pelas diferenças culturais, políticas e ideológicas, entre ambos, e sem qualquer conotação negativa,  consideramos que Vitor Gaspar, o actual Ministro de Estado e das Finanças , está a tornar-se um verdadeiro Oliveira Salazar dos tempos modernos.

   É certo que não foi chamado à ribalta por um grupo de militares que da forma de governar o País não tinham a mais pálida ideia, mas foi chamado por uma Troika, ainda que digam que não, que foi o primeiro ministro que escolheu, blá, blá, blá, tretas, cujas armas de que dispõe: os juros, os mercados, os defauld, os colaterais, os cds e outros mimos que tais, não são menos mortíferas do que aquelas que os militares têm por hábito de empunhar.

   É certo que Vitor Gaspar tem mais mundo do que teve Salazar, e o mundo actual é diferente, mas tem todos os seus tiques, nomeadamente os do posso, quero e mando;

   É certo que ainda não tem a força política que teve Salazar, para quem na altura não havia alternativa, para impor as suas condições: Ou é assim, ou vou-me embora;

   Mas que tem a firme vontade, tal como Salazar, de dominar tudo à sua volta, desde a contratação de professores, ao controle dos Fundos, sejam do QREN, sejam quaisquer outros, e à supervisão sobre os investimentos dos Ministérios, Câmaras Municipais ou Empresas Públicas, para daí partir para o poder total, isso tem.

   A criação ontem em conselho de ministro da Comissão Intermenisterial de Reprogramação dos Fundos Comunitários, foi a ultima decisão para lhe garantir esse poder quase absoluto.

   Pode ser que seja necessária neste momento toda esta concentração de poderes num homem só, mas à vista desarmada parece excessiva.

   Pedro Passos Coelho ainda não é nem a rainha de Inglaterra, nem Américo Tomás, mas atenção quando chegar o tempo do tudo ou nada, que será o momento do pedido de demissão de Vitor Gaspar quando este sentir que essa será a melhor maneira de conseguir o poder absoluto.

   E nesse momento uma de duas coisas vai acontecer: Ou vai para parte incerta vigiar os que se portam mal como Portugal, se tiverem a coragem de lhe entregarem a guia de marcha,  ou então fica e é ele quem fica a mandar absolutamente, qualquer que seja o lugar que desempenhe.

   A história, como a moda repetem-se ciclicamente, mais dia, menos dia.

   E nós já vimos este filme.

 

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Estado de Alma: Sroikado
Livro: Salazar, by Franco Nogueira
publicado por Lanzas às 12:00

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Quinta-feira, 16 de Fevereiro de 2012

CAVACO NÃO FOI À ESCOLA

   O Presidente da Republica cancelou em cima da hora uma visita à Escola António Arroio, quando dezenas de alunos e encarregados de educação estavam pelo menos desde as 10:00 concentrados em frente ao portão da escola à sua espera.

   Uma fonte da Presidência da República informou que o cancelamento da visita "deve-se a um impedimento que impossibilitou a sua realização", “pelo que a visita iria realizar-se apenas com a presença do secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar, João Casanova de Almeida”.

   Trata-se de um facto inusitado a precisar de uma explicação muito clara para que não subsista qualquer dúvida acerca da ausência do Presidente da Republica, e o que isso pode representar para a segurança das pessoas em geral.  Duas perguntas se colocam:

   Não foi porque a sua segurança estava em causa?

   Não foi porque não quis estar sujeito aos apupos de umas dezenas de alunos e de encarregados de educação que protestavam, eventualmente com razão?

   Escudar-se num simples “impedimento” é pouco, porque deixa a dúvida metódica: Se o Presidente da Republica já não vai a determinado lugar porque não é seguro, o que dirá o comum dos cidadãos.

   Como disse em entrevista à televisão o senhor secretário do Estado há com certeza uma razão muito forte a justificar a ausência.

   É legitimo então perguntar qual é essa razão muito forte, e é legitimo esperar por uma resposta credível mais não seja por uma comunicação no Facebook, como começamos a estar habituados.

 

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Estado de Alma: Estudante
Livro: Fahrenheit 451
publicado por Lanzas às 12:37

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Quarta-feira, 7 de Dezembro de 2011

PAGAR A DÍVIDA? IDEIA (PARVA) DE CRIANÇA.

 

 

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Estado de Alma: O Mascarilha
Livro: Confisões de uma Máscara
publicado por Lanzas às 17:37

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Quarta-feira, 26 de Outubro de 2011

É DEIXÁ-LOS SAIR

    A notícia: Cerca de 800 médicos ameaçam deixar o SNS se avançar a proposta do OE de equiparar os seus salários aos da função pública.

    A resposta: É deixá-los sair.

    Ao longo dos anos os sucessivos Governos têm sido vítimas de verdadeiras chantagens em momentos críticos por parte de trabalhadores colocados em áreas “protegidas” que levaram sempre a exageros remuneratórios ou de condições contratuais excepcionais em relação aos restantes trabalhadores que exercem a sua actividade em áreas menos mediáticas, ou por aqueles em que um reduzido número de profissionais conseguem prejudicar uma multidão.

   A fraqueza dos políticos, de todas as cores, ajudou à festa.

   Quem não se lembra das greves dos professores nos inícios dos anos lectivos ou na época dos exames, das greves dos pilotos da TAP em épocas de férias ou em períodos festivos como o natal, e das greves dos maquinistas da CP ou dos comandantes dos barcos das travessias do Tejo, em que “meia dúzia” de privilegiados infernizam a vida a milhares de pessoas.

   A resposta tem de ser firme de uma vez por todas. Se não estão bem mudem-se.

   A qualidade da prestação de serviços não pode piorar muito mais.

   E se for "mais vantajoso" para eles abandonar o SNS e procurar outras saídas profissionais, seja no sector privado ou fora de Portugal, façam favor. A porta que serviu para entrar serve para sair.

   De uma vez por todas vamos  ajudar a sair da crise para onde nos levaram, não importa agora discutir, porque não há tempo para isso,  de quem é a responsabilidade, e deixar de estarmos em desacordo com todas as medidas que são propostas.

   A verdade foi finalmente dita ontem. Temos de empobrecer para sair da crise.

   Quanto mais tempo levarmos a interiorizar isto mais difícil vai ser dar a volta ao texto.

   Só um detalhe: Em 2012 e 2013, cá em casa não há Subsídios de Natal nem de Férias.

   Para que conste.

 

{#emotions_dlg.chat}Post 408

Estado de Alma: Sacrificado
Livro: Morrer e Renascer
publicado por Lanzas às 18:57

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Segunda-feira, 10 de Outubro de 2011

EXPLIQUEM LÁ POR FAVOR. JÁ !

   Portugal vive uma crise que obviamente não tem nem só um responsável, nem só uma única causa. Por muito que se entenda que o ex-Primeiro ministro é a cara da actual crise e que foi o seu último mandato que arrastou Portugal para o abismo, as causas, que ele potenciou com a política de arrogância e confrontação que entendeu seguir, tiveram origem lá muito mais para trás e tem muitas caras, algumas agora em lugares cimeiros de Instituições Internacionais.

   Quem não se lembra de umas greves oportunas dos professores no inicio de cada ano lectivo, que sucessivos Governos "de calças na mão" se afadigavam em terminar o mais rápido possível e que sempre davam para os professores arrecadarem mais umas benesses, umas reduções de horários e outras prebendas? E das greves nos transportes públicos e na TAP, feitas em momentos estratégicos, com igual comportamento por parte dos Governos, em nome do interesse nacional, e que davam sempre mais uns trocos, menos umas horas de trabalho, mais uns diazitos de férias e mais umas viagens extra para o pessoal lá de casa.

   Não vamos agora falar nas causas ditas maiores (?) das PPP, dos aumentos de ordenados e diminuição do IVA em anos de eleições, etc. O que lá vai lá vai.

   Só que essa forma  desleixada de fazer política leva a que agora na hora do aperto ninguém se esteja disponível para pagar a conta. Só mesmo à força.

   Dois exemplos (entre tantos outros que poderíamos ter escolhido) revelam essa indisponibilidade:  Salvador Guedes líder da  maior exportadora de vinhos nacionais, com mais de 70% do seu negócio feito no estrangeiro, afirmou “Queremos contribuir para a solução do problema do país. Não enjeitamos as nossas responsabilidades. Mas tememos muito as consequências de uma eventual passagem do vinho da taxa intermédia para a máxima. O resultado seria dramático para toda a fileira”. Portanto o vinho não.

   Detalhe: O IVA não incide nas exportações e a sua empresa vende dos vinhos mais caros do mercado, provavelmente dos melhores, que não são os trabalhadores comuns que os bebem. Eventualmente "o trabalhador" Américo  Amorim.

   Agora os Restaurantes preparam-se para promover também a sua grevezita: "Um dia sem Restaurantes", defende a Associação, em luta contra o aumento do IVA. Portanto restauração também não.

   E poderíamos ir por aí fora porque tudo o que aumenta de preço sofre uma contracção de vendas, com o consequente aumento das dificuldades das empresas e dos respectivos sectores onde se inserem.

   E nas reduções de despesas verifica-se a mesma indisponibilidade. Menos Autarcas? Nem pensar! Exames na saúde com mais ponderação e com custos dos mesmos mais próximo da realidade, e uma maior comparticipação do doente? Então e onde está o  nosso Serviço Nacional de Saúde tendencialmente gratuito?

   Claro que estamos a ser massacrados com aumento de impostos, diminuição de rendimentos, aperto de crédito para as empresas e famílias. Mas como vamos pagar o que devemos? Ou pelo menos como vamos diminuir drasticamente o que devemos?

   Está em falta uma explicação clara, objectiva, concreta,bem fundamentada,  por parte  dos responsáveis políticos, para as consequências que teremos de enfrentar se não pagarmos.

   E era fundamental que essa explicação aparecesse. JÁ!

   Será que nenhum dos "iluminados" que está na política entende isto?

 

{#emotions_dlg.chat}Post 400

  

  

 

Estado de Alma: Ensombrado
Livro: Sombras do Passado
publicado por Lanzas às 09:47

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Segunda-feira, 23 de Maio de 2011

AS PRAXES

Em traços largos eis o relato de um filme real de uma atividade incluída nas praxes académicas, acontecida num domingo de sol abrasador, por quem viu ao vivo e em direto:

Chegados ao local escolhido, com os caloiros a entoar cânticos de humilhação, enquadrados pelos veteranos, os caloiros eram separados e de os olhos vendados afastados individualmente do grupo para serem sujeitos a interrogatório, por um ou mais veteranos.

Ao fim de algum tempo eram trazidos de volta e o veterano indicava à assembleia se era merecida uma punição ou uma salva de palmas.

Peço desculpa por as movimentações de olhos vendados, os interrogatórios e as punições, me terem feito lembrar Guantanamo.

 

 

 

{#emotions_dlg.chat}Post 330

Estado de Alma: Estudante
Livro: Tratado de Natureza Humana
publicado por Lanzas às 17:07

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Sexta-feira, 20 de Maio de 2011

AS NOVAS OPORTUNIDADES

(E A QUALIFICAÇÃO DOS PROFESSORES)

   O ainda PM referiu recentemente as que considera serem as medidas de sucesso dos seus seis anos de governação em matéria de educação, ciência e qualificação, apontando esta última como um factor importante para o reforço da competitividade da economia portuguesa, e  tendo dado como exemplo o programa Novas Oportunidades que classificou como "uma tentativa séria e honesta de responder" ao problema de falta de qualificação no país, lembrando ainda que as Novas Oportunidades foram já objecto de uma avaliação por parte da Universidade Católica, criticando por isso aqueles que querem que seja feita uma Auditoria ao programa.

   Como sempre José Sócrates, "baralhou e voltou a dar" bem sabendo que estava a falar de coisas diferentes. A referida avaliação, como aliás a própria UC já referiu, tem como objectivo apurar o grau de satisfação dos que frequentaram o programa Novas Oportunidades, e que como se pode calcular atinge taxas elevadas pois o mero cumprimento das cargas horárias estabelecidas, sem metas concretas nem avaliação final, é suficiente para os "frequentadores" conseguirem a obtenção de um grau académico que em muitos casos serve de base para o acesso à Universidade em confronto com alunos dos cursos regulares sujeitos a avaliação e exames.

   Outra coisa é uma auditoria ao Programa, aos custos, aos objectivos e à execução. Porque há  perguntas  simples a fazer, para as quais é preciso obter respostas, que definem com clareza o facilitismo com que o Programa foi concebido e executado. Quantos pessoas frequentaram o Programa ? E quantas não obtiveram aproveitamento?  Simples não é? 

   Não tenhamos dúvidas, o programa foi concebido e executado tendo em vista a melhoria das estatísticas e para servir de propaganda, matérias que José Sócrates muito aprecia, e de que muito beneficiou, com base num facilitismo exagerado que não qualifica nem ajuda na obtenção de competências.

   Já o programa de Certificação de Conhecimentos se reveste de um aspecto diferente e francamente positivo. Dirigido para pessoas que abandonaram a escola com baixa escolaridade mas que ao longo da sua vida profissional aprenderam, obtiveram competências e especializações, em diferentes contextos e circunstâncias, o programa valoriza e reconhece essas competências adquiridas, atribuindo-lhe uma certificação que lhes permite por exemplo concorrer a lugares para os quais têm aptidão, mas que a falta de habilitações formais as impediam de conseguir.

   Esta sim, uma medida importante com reflexo directo na vida das pessoas. 

 

{#emotions_dlg.chat}Post 327

Estado de Alma: A Pregar no deserto
Livro: Mentes Brilhantes, Mentes Treinadas
publicado por Lanzas às 20:26

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